Família sem graça

As trapalhadas de uma família causavam muitas gargalhadas nos anos 1960, mas eram num programa humorístico na televisão. A Família Trapo reunia dois gênios do humor brasileiro: Ronald Golias, o Bronco, e Jô Soares. Não tem a menor graça a tentativa da família Bolsonaro de reeditar 50 anos depois a Família Trapo com suas atitudes destrambelhadas tão frequentes na mídia. Apesar de seu jeito bronco, Jair Bolsonaro nem de longe tem o talento de Ronald Golias. Depois do golpe do PIX, o ex-presidente está mais para Ronald Bigs.

Transplante de Coração de Faustão: Entendendo a Ausência de Favorecimento e os Critérios de Prioridade

Recentemente, a notícia do transplante de coração do apresentador Faustão causou um frenesi nas redes sociais e levantou questões sobre o sistema de alocação de órgãos para transplantes no Brasil. Em resposta às especulações de que o apresentador teria recebido tratamento especial, é crucial entender que a alocação de órgãos para transplantes é um processo rigorosamente regulado pelo Governo, seguindo diretrizes médicas e éticas. Os critérios de prioridade são estabelecidos com base em parâmetros clínicos que avaliam a urgência do caso. No contexto de transplantes cardíacos, pacientes que estão internados e dependentes de medicações venosas, como era o caso de Faustão, são geralmente considerados prioritários. Esse processo é feito de forma transparente e ética, sem favorecimento a indivíduos com base em status social ou notoriedade pública. A prioridade é sempre dada com base na avaliação clínica do paciente e na compatibilidade do órgão doado.

O Futuro de Faustão Após o Transplante de Coração: Um Olhar Geral Sobre Prognósticos

O Brasil está acompanhando de perto as notícias sobre o transplante de coração do icônico apresentador Faustão. Muitas pessoas estão curiosas sobre o que vem a seguir para ele em termos de saúde e carreira. De modo geral, eis o que se espera daqui para frente. 1) Fase de Recuperação Inicial: Nos dias e semanas imediatamente após a cirurgia, o foco está na monitorização rigorosa do paciente para identificar qualquer sinal de rejeição do novo órgão, infecção ou outras complicações. Este é um período crítico; 2) Reabilitação e Monitoramento: Após a alta hospitalar, a fase de reabilitação inclui exercícios físicos e medicamentos imunossupressores que o paciente terá que tomar pelo resto da vida; 3) Longo Prazo: A expectativa de vida após um transplante de coração varia de acordo com diversos fatores, como a idade e a saúde geral do paciente. Aproximadamente 88% dos pacientes sobrevivem por um ano após o transplante e cerca de 75% alcançam uma marca de cinco anos ou mais. Como Faustão foi transplantado com mais de 70 anos, tudo indica que sua curva de sobrevida será restaurada ao normal.

Hospital Israelita Albert Einstein – Um Centro de Excelência para Transplantes

O Hospital Israelita Albert Einstein é reconhecido como um dos maiores e mais avançados centros de transplante cardíaco do país. Tendo à frente a equipe liderada pelo cardiologista Fernando Bacal, a instituição segue padrões internacionais de qualidade e é credenciada por diversas organizações de saúde. Portanto, não é surpreendente que um procedimento complexo como um transplante de coração seja realizado nesse hospital na velocidade em que ocorreu. Enquanto o Brasil espera ansiosamente atualizações sobre o estado de saúde de Faustão, é importante lembrar que o pós-operatório de um transplante de coração é um processo longo e complexo. O acompanhamento médico é fundamental para maximizar as chances de uma recuperação bem-sucedida.

Acelen perderá a refinaria

Circula nos bastidores de Brasília que em poucos dias o Governo Federal e a Petrobrás irão retomar a refinaria vendida por Bolsonaro a troco de joias caríssimas para os sauditas. Até que enfim o Governo Lula fará algo para agravar o povo baiano, responsável pela sua eleição. Em sua curta passagem pela gestão da refinaria baiana, a empresa não passou bons momentos, processada por todos os municípios do entorno da mesma, por conta dos danos ambientais causados, além de atacada de forma unânime pela opinião pública por conta dos altos preços praticados dos combustíveis, já era hora de perder a negociata. 

Tenda é Caso de Polícia

A Construtora Tenda está sendo processada por inúmeros moradores de seus empreendimentos pela péssima qualidade dos imóveis que constrói, sendo a pior e mais recorrente reclamação a de infiltrações que inundam os apartamentos toda vez que chove. Os moradores têm que sair de casa e ficam desalojados num cenário de cataclisma. A Caixa Econômica Federal precisa urgentemente rever os financiamentos que faz para esta empresa, seja em respeito aos consumidores, seja porque, como os imóveis são dados em garantia à Caixa, em algum tempo não se terá mais garantia alguma dada a falta de segurança e higidez dos prédios. 

Bamin destrói Ilhéus

A construção do Porto Sul pela Bamin está devastando a cidade de Ilhéus, causando fome na população pesqueira que vive do pescado, pois os peixes sumiram com a poluição gerada pelas obras. Enquanto isso, o Ministério Público anda solto e faceiro sem explicar porque não adota nenhuma providência para suspender as obras nem sequer fiscalizar a empresa que a está construindo. 

Santa Catarina, Espírito Santo e São Paulo são os estados cujo metro quadrado nas praias é o mais caros do Brasil

Para se ter ideia, em Balneário Camboriú, o “exibido” Neymar pagou R$60 milhões por um apartamento em um dos prédios que acaba de ser inaugurado. São esses os metros quadrados de orla marítima mais caros do Brasil. 

Coitadinho do Pessoa

Um certo advogado lobista baiano está de fato passando maus bocados quando o assunto é grana, pois entrou com uma ação contra o Bradesco, aliás cujos filhos são advogados, e teve que pedir para não pagar as custas, pois está sem dinheiro. Ora, seus filhos moram no prédio mais caro de Salvador, cujos apartamentos valem R$ 14 milhões, e não dão uma graninha pro papai pra pagar as custas do processo? Essa conta não fecha.

Cadê o Cade?

Cheia de pompas e capital, o Grupo D’Or onde chega é comprando os principais hospitais e clínicas. Com a aquisição da SulAmérica Seguros, então, verticalizou sua operação e dirige a demanda dos usuários do plano de saúde para sua rede própria, impondo ainda humilhações aos prestadores avulsos de serviços de saúde com baixos valores de remuneração. Em Salvador, recentemente tentaram estabelecer uma certa exclusividade em seus hospitais para médicos que só fizessem procedimentos neles, excluindo os outros estabelecimentos de saúde da cidade. A gritaria foi geral e tiveram que recuar. Em qualquer país civilizado, jamais seria permitida a cartelização da saúde suplementar que vem ensaiando o Grupo D’Or. Cadê o Cade? Faz vista grossa para o absurdo…

Hapvida dos grã-finos

De fato, apesar de toda pompa – constrói em Salvador um hospital para VIPs – o Grupo D’Or é a Hapvida dos granfinos. Na semana passada, um oficial do Exército, usuário da SulAmérica, tentou marcar cirurgia num hospital da capital baiana, mas não logrou êxito. A justificativa foi de que fora alcançada a cota de atendimentos do mês. Sem solução, o problema está sendo resolvido na justiça. O Grupo D’Or não tem compromisso com a saúde das pessoas. É tudo por dinheiro, da forma mais execrável de capitalismo selvagem em pleno Século XXI. ESG passa longe de lá! A sabedoria popular não falha. O Grupo D’Or é a Hapvida dos grã-finos!

Solução para Crise do Planserv Exige Ação e Coragem

O Planserv, serviço de assistência à saúde dos servidores da Bahia, enfrenta críticas crescentes por problemas operacionais e de gestão.  Nesta semana, um amigo deste jornalista teve o seu atendimento interrompido no Hospital Português, sob a alegação da unidade de que os pagamentos estão atrasados. Apesar de ser a pedra de sustentação do sistema de saúde suplementar da Bahia e de possuir uma carteira robusta, o plano é marcado por demanda induzida e fraudulenta, que infla os custos. A abordagem atual do governo estadual, de cortar orçamento reduzindo sua co-participação, está na raiz do problema, mas não é a causa dele. O problema é a falta de controle da demanda, coisa que todos os operadores de planos de saúde estão correndo atrás pra iniciar. Pra complicar, a judicialização enfrentada aumenta, na medida em que o beneficiário desconhece alternativas igualmente eficazes e mais baratas para seus tratamentos. A solução passa por verticalizar o Planserv: criar uma rede própria de atendimento, incluindo um Hospital do Servidor Estadual. A medida permitiria maior controle de custos e qualidade, podendo ser um marco para a transformação do sistema de saúde suplementar na Bahia. Que venha o Hospital do Servidor Estadual.

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