Os 309 quiosques das praias do Rio estão proibidos de colocar som alto. A decisão é da justiça carioca e o quiosque só pode dirigir o som para o mar, respeitando o limite de 50 decibéis. Já as praias de Salvador estão um horror. Sujeira e som bombando acontecem sem nenhuma proibição, nem judicial, muito menos administrativa. Rio é Rio.
Na Bahia, governo destrói o Planserv
O Planserv já foi considerado modelo no funcionalismo público brasileiro. No governo Rui Costa, segundo os servidores, o plano começou a ser destruído e hoje o servidor tem que rezar se precisar marcar uma consulta, um exame ou ser internado em algum hospital pelo Planserv. Não dá pra entender como o Planserv foi destruído, se não há inadimplência, já que as mensalidades dos mais de 500 mil beneficiários são descontadas em folha, e o plano tem um orçamento bilionário. Muitos afirmam que foi maldade de Rui Costa contra os servidores do estado e suas famílias, maldade que afirmam continuar no atual governo de Jerônimo Rodrigues, que vem enfraquecendo mais ainda o plano de saúde dos servidores.
Lira quer se manter no poder
Os constantes avanços e recuos do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, sinalizam que ele topa qualquer acordo para garantir seu futuro político, de sorte que ele conversa muito com o presidente Lula e ninguém tenha dúvidas de que Lula tem o poder de veto na sucessão presidencial da Câmara.
Projeto de anistia só será votado com acordo do Senado
A decisão foi tomada nesta última semana e a Câmara dos Deputados só votará o projeto de anistia, que é defendido pelos bolsonaristas, se houver acordo antecipado com o Senado. Todos sabem que o presidente do Congresso Nacional, o senador Rodrigo Pacheco, tem decisões equilibradas e não quer fazer nenhuma modificação nas leis brasileiras.
Preço para sair
O baiano Augusto Lima está pedindo R$ 2,8 bilhões por sua participação no Banco Master. Nada mal para quem pagou míseros R$ 20 milhões ao governo baiano pelo CredCesta em 2018.
Contingência bilionária
O pagamento dos correspondentes bancários do CredCesta através da Blue Pay está sob a mira da Receita Federal e do COAF.
Minha Caixa Minha Vida
Após a troca de comando na Caixa, um banco especializado em consignado está tentando emplacar duas operações inimagináveis envolvendo a compra de letras financeiras subordinadas e a venda de produtos nas agências. A operação deverá render centenas de milhões para o partido que assumiu o banco federal e bilhões para os controladores do banco privado.
Caos no Extremo Sul da Bahia: Liga da Justiça
Três juízes de Porto Seguro foram afastados dos cargos pelo TJ-BA, são eles: André Marcelo Strogenski, Fernando Machado Paropat Souza e Rogério Barbosa de Sousa e Silva. Dentre os motivos do afastamento estão: casos em que os magistrados citados possuem mais de 101 imóveis de alto padrão registrados em seus nomes; caso em que a mãe de um advogado era assessora de gabinete de um dos juízes; nomeação de esposa de magistrado como perita judicial; situações de corpos vítimas de homicídios violentos sendo cremados a toque de caixa sem o devido processo legal; prática de crime de agiotagem pelos magistrados; atuação de magistrado fora de sua esfera de competência, a exemplo da Comarca de Barreiras em processo no valor de R$ 124 milhões, dentre outros absurdos.
Caos no Extremo Sul da Bahia II
Para piorar ainda mais a teratologia do caso de magistrados afastados da Comarca de Porto Seguro, foi a atitude da OAB local de emitir declaração de Agradecimento e de boa convivência com magistrado afastado, subscritas pela presidente da OAB de Porto Seguro, Fernanda Christianini Salvatore e sua vice-presidente Julita de Amorim Borges Sérgio, demonstrando uma clara subserviência de interesses pessoais de participantes da gestão da OAB de Porto Seguro que deveriam zelar pelo interesse da boa prestação jurisdicional, pois os advogados da comarca vêm sofrendo há anos com as condutas ilícitas desses magistrados.
Caos no Extremo Sul da Bahia III
Outro grave descaso do Extremo Sul Baiano se refere a Direção da OAB de Teixeira de Freitas já denunciado por esse blog. Na Comarca de Nova Viçosa, o conluio que existiu entre Rodrigo Santos Silva, assessor afastado de um magistrado pelo Tribunal de Justiça da Bahia, e advogados ligados umbilicalmente ao presidente da OAB de Teixeira de Freitas, Daniel Moraes. Até o momento segue sem qualquer tipo de esclarecimento por parte da gestão. Esses casos nos demonstram que algo de muito ruim vem acontecendo no Extremo Sul da Bahia. Tempos difíceis para a advocacia baiana.
Corruptos de ontem e de hoje
Embora morando no exterior há décadas, o cineasta Chaim Litewski não se afasta dos temas brasileiros, inclusive os mais indigestos. É o diretor de “Cidadão Boilesen”, um clássico sobre os “Anos de Chumbo”. Agora, ataca com “Morcego Negro”, um revelador diagnóstico sobre os anos Collor, que pode ser visto no Canal Brasil. Morcego Negro tem como protagonista Paulo César Farias, ou PC Farias, o homem que pagava as contas do então presidente Fernando Collor e que de vendedor de carros em Maceió passou a figura importante da nossa sofrida República. O mais interessante do filme são os corruptos de ontem falando sobre a corrupção atual, como cientistas políticos que analisam a eleição. Seria cômico se não fosse trágico. A única conclusão a que podemos chegar com as tiradas irônicas, por exemplo, do ex-presidente Fernando Collor, é que a Redemocratização não combateu um mal antigo e persistente que é a corrupção e a malversação do dinheiro público. E que essa prática, se não combatida vigorosamente e dentro da Lei, vai nos levar para um destino trágico. Informação importante. Nesse trabalho necessário, Chaim Litewski conta a primordial parceria do também diretor Cleisson Vidal.
“Rede Dor” à deriva
Pode parecer notícia repetida, mas não é. As denúncias não param de chegar, e afirmam que o quadro de descaso e problemas só pioram nos três hospitais da “Rede Dor” em Salvador. O Cardio Pulmonar, não fica atrás do Aliança, segue com toalhas sujas, demora na aplicação de medicamentos, atrasos nos atendimentos, poucos funcionários e cancelamentos de cirurgias. O mesmo se repete no São Rafael, o outro Hospital comprado pela “Rede Dor” em Salvador. Enquanto isso, parentes e pacientes sofrem desesperados com o que passam nos momentos difíceis, e não adianta reclamar. Monopólio no Brasil é ilegal, mas as grandes empresas conseguem dar um jeitinho, e seguem fazendo o que querem.