Oferta milionária

Após abalar a potencial reeleição do atual prefeito de São Paulo Ricardo Nunes, o Partido de Pablo Marçal, segundo gente que participou diretamente da negociação ouvida pelo blog, recebeu uma oferta de cento e cinquenta milhões de reais mais um contrato bilionário com a Prefeitura para que a candidatura de Marçal fosse cancelada.

Abandonando o Barco

Extremamente habilidoso e visionário na política, o Presidente do PP, Ciro Nogueira já entendeu o que está por acontecer em São Paulo e será um dos primeiros partidos grandes a surfar a onda de Pablo Marçal. PL e União Brasil deverão seguir o PP em breve.

Desidratação acelerada

Com a forte desidratação da candidatura de Ricardo Nunes em São Paulo, não será surpresa se ele jogar a toalha. Após a entrada de Pablo Marçal e a confirmação de Datena, as chances dele ir para o segundo turno são cada vez menores.

Segundo turno definido

A única certeza na eleição paulistana até agora é que o candidato conservador terá grandes chances de vencer no segundo turno. A pedra no caminho para chegar lá, além do líder nas pesquisas, Guilherme Boulos, é a deputada Tabata Amaral.

Sem teto com jatinho

O pré-candidato líder das pesquisas à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, tem tido sua credibilidade abalada nas periferias com as provocações do deputado Nikolas Ferreira, que o acusa de ser “um sem teto com jatinho”. Com milhões de seguidores nas redes sociais, Nikolas tem trabalhado duro para interferir nas eleições paulistanas. Na semana passada, convidou o pré-candidato Pablo Marçal para a sessão presidida por Guilherme Boulos que absolveu André Janones das rachadinhas. Visivelmente alterado, Boulos chamou o empresário Pablo Marçal utilizando o microfone da tribuna de “Coach Picareta”.

Toyota no biometano

O anúncio da construção de um terminal de quinhentos milhões de dólares pela Toyota no Porto de Paranaguá para exportação Bio-GNL movimentou o setor de gás na semana passada. O terminal será o primeiro do tipo nas Américas e o Bio-GNL será exportado para o Japão, segundo maior importador de GNL do planeta.

Resorts integrados

A aprovação dos cassinos em resorts integrados deve render cerca de R$ 40 bilhões em arrecadação para o Governo Federal, segundo o relator do projeto, senador Irajá Filho. O projeto deve ser aprovado ainda este ano e já movimenta grandes grupos que irão disputar as concessões de até três licenças por estado. Para a Bahia, apenas uma licença será oferecida para investidores.

Metha, UTC e Novonor são as três baianas que devem quase R$ 12 bilhões à União

Andrade Gutierrez, Camargo Correa, Engevix, Coesa e as baianas Metha, UTC e Novonor devem R$ 11,8 bilhões à União. Estão negociando com o governo, já que o presidente Lula concordou com o acordo que elas fazem dos prejuízos da Lava Jato. A Controladoria-Geral da União lidera as conversações e, com isso, elas querem voltar à ativa.

Sem choro nem vela. Rueda e Neto assumem o comando do União Brasil

Antônio Rueda na presidência e ACM Neto na vice, em cerimônia discreta em Brasília, assumiram o comando do União Brasil nacionalmente. 

Lula é um inimigo

Embora com três ministérios no atual governo, o novo comando do União Brasil tem como principal meta derrotar Lula na reeleição. ACM Neto não esconde que procura uma vaga de vice-presidente em outra chapa que confronte com o atual presidente. Ocorre que no UB tem o presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Davi Alcolumbre, que é candidato à presidência da Casa com apoio de Lula. Importante frisar que Alcolumbre tem também o apoio do atual presidente do Congresso Nacional. 

Lira não é mais unanimidade na Câmara dos Deputados

Dois projetos polêmicos esta semana abalaram as estruturas do atual presidente Arthur Lira. Ele já não é mais unanimidade, já que, principalmente, o projeto do aborto que ele apoiou foi fatal, não só dentro da Casa como em manifestações populares. Em São Paulo houve passeata com frases muito fortes contra o atual presidente da Casa. 

Projeto absurdo e criminoso, o de aborto se junta ao projeto da anistia

Ontem, inclusive, o governo federal afirmou que seus integrantes na Câmara não aceitam o projeto de Lira. Com isso, o quadro muda na sucessão do alagoano e ele tem um adversário forte no Congresso Nacional: seu inimigo pessoal e político, o senador Renan Calheiros, do MDB de Alagoas. Lira sofre um desgaste inesperado e, com isso, não é mais um eleitor que possa decidir a sucessão na Casa.

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