Caixa Econômica em colapso II

A nova presidência da Caixa Econômica Federal, indicada por Arthur Lira, tomou um verdadeiro susto com o que encontrou. O banco, que antes era a alegria de políticos, virou um grande pepino. Com crescentes déficits de captação, saques bilionários na poupança e a migração de clientes tradicionais para o Nubank e outros bancos digitais, o banco, em breve, irá precisar de uma capitalização do tesouro nacional.

Caixa Econômica em colapso III

Mesmo com toda a situação desesperadora da Caixa Econômica, seu braço de recursos de terceiros acaba de realizar uma operação bilionária e milagrosa para “salvar” um banco médio da Faria Lima. A operação, que já está na mira do Palácio do Planalto, poderá render até uma intervenção no banco.

Ranking das petroleiras

A Petrobras, quem diria, ainda refletindo a gestão de Bolsonaro, ficou em terceiro entre as companhias de petróleo com maior lucro líquido em 2023. Com 25 bilhões de dólares, a Petrobras ficou atrás apenas da saudita Aramco, com impressionantes 121 bilhões, e da ExxonMobil, que registrou 36 bilhões no exercício. Com a crescente interferência do governo federal na estatal, o difícil é acreditar que este resultado irá se manter.

Fim da Lua de Mel

A lua de mel entre a Faria Lima e o governo do presidente Lula, que já estava no final, teve seu fim acelerado com a visita do ministro Fernando Haddad a alguns formadores de opinião e bancos na semana que passou. Refém do Congresso, Haddad deixou claro também que será impossível cortar gastos do judiciário, que quer mais recursos e privilégios. Para fechar a conta, o governo tentará aumentar ainda mais a carga tributária, especialmente para bancos, fundos exclusivos e de novas alíquotas para os impostos sobre herança e transferência de bens.

Bom para quem?

A Joint Venture entre o banco suíço UBS e o Banco do Brasil, que significou a privatização da área de atacado do banco estatal, está sendo revista pelo Palácio do Planalto. Com o controle dos suíços, o banco público perdeu relevância em setores estratégicos da economia e transferiu grande parte de seu lucro para o sócio, que detém 51% da Joint Venture. Para quem se lembra, a parceria entre uma das maiores lavanderias de dinheiro sujo e um dos bancos mais polêmicos do mundo, o UBS, foi fomentada no final do governo Temer por “motivos especiais”.

Um garoto de 21 anos empolga o mundo do tênis

Campeão de Roland Garros ontem em Paris, o espanhol de 21 anos, Carlos Alcaraz, brilhou. Parabéns para a Espanha que tem um substituto à altura para Rafael Nadal. Agora, os espanhóis têm um campeão mundial de futebol, o Real Madrid, e um campeão mundial de tênis, extraordinário feito de um garoto que empolgou o mundo do tênis. Ontem, as atenções mundiais estavam voltadas para a quadra de Roland Garros para ver o novo fenômeno do tênis.

Fora Via Bahia I

O descaso da concessionária Via Bahia com as BRs 324 e 116 é criminoso. No último fim de semana, três carretas tombadas ornamentavam a paisagem da rodovia que liga Salvador a Feira de Santana. De nada adiantou o protesto de motociclistas baianos nesse trecho da BR-324, no último sábado. As pistas continuam sem oferecer a mínima segurança à trafegabilidade. Permanecem esburacadas, sem proteção de acostamento e mal sinalizadas. Mesmo com todas essas evidências de descumprimento de suas obrigações contratuais, a Via Bahia continua a cobrar pedágio para o tráfego nessas vias que a cada dia estão mais perigosas e arriscadas a quem se aventura a transitar por elas.

Fora Via Bahia II

Na Assembleia Legislativa da Bahia, até existe o movimento de deputados para que a Via Bahia cumpra suas obrigações contratuais. Mas, por se tratar de rodovias federais, a responsabilidade é da União e não se vê muita movimentação da bancada federal baiana nem dos ministros conterrâneos em resolver o problema. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) só tomou alguma atitude na época do então ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que, alertado pelo colega do Ministério da Cidadania, João Roma, tomou pé da situação e cobrou fiscalização da ANTT. 

Fora Via Bahia III

Na ocasião, chegou-se a estudar a possibilidade de cancelar o contrato por caducidade, uma vez que ficaram provadas inúmeras irregularidades na concessão. Ocorreu até a redução do valor da tarifa dos pedágios como medida de punição pela falta dos investimentos previstos no contrato. Infelizmente, a determinação foi misteriosamente derrubada na Justiça, que demonstrou estar completamente cega aos abusos cometidos pela Via Bahia contra o povo baiano. A prioridade da empresa é arrecadar e mandar os lucros para o fundo de investimento que a controla no Canadá.

Quebradeira geral II. A Bahia é dos estados mais atingidos

Os mais novos dados dos indicadores de falência e recuperação judicial no Brasil situam a Bahia como um dos estados mais atingidos. Não só no interior como, e principalmente, na capital, Salvador. Para se ter uma ideia, o número de restaurantes, bares e delicatessens que estão fechando é gritante. Os restaurantes que resistiram estão funcionando só de quinta-feira até domingo. Nos outros dias não há público. Restaurantes tradicionais já fecharam. Quem passa pela Barra, Rio Vermelho, Amaralina, Vitória e Cidade Baixa só vê “vende-se” e “fechado”. Só sobrevivem restaurantes de prestígio como o melhor italiano da Bahia, o Bella Napoli, ou senão os que servem de lavandeira, isso é, para lavar dinheiro sujo. A crise é brava no estado baiano. Só este ano, em todo Brasil, foram feitos 685 pedidos de falência.

André Esteves adquire o Banco Nacional de Minas que provocou o desaparecimento do Banco Econômico da Bahia

Quando o governo Fernando Henrique decretou a falência do Banco Nacional de Minas Gerais, levou de roldão o Banco Econômico da Bahia. O episódio do banco mineiro teve um detalhe: o filho de Fernando Henrique Cardoso era casado com uma das herdeiras da família Magalhães Pinto e isso provocou a separação do casal. De qualquer sorte, agora, os herdeiros da família Magalhães Pinto recebem expressivos recursos do André Esteves. É bom lembrar esse episódio porque provocou uma guerra em que o capo ACM quebrou a cara. Ele brigou com Amador Aguiar, na época dono do maior banco América Latina, o Bradesco, e também com Clemente Mariani. Chegou ao ponto de desapropriar a área mais valiosa da capital baiana pertencente à família Mariani, mas que a justiça revogou. No enterro do Econômico não teve choro nem vela. O Banco Nacional teve a sua compra agora realizada e os herdeiros da família Magalhães Pinto ganharam algum, já que a quebra do Banco Econômico foi fatal. Muita gente perdeu dinheiro, com um detalhe, até hoje não se sabe o que aconteceu. Várias famílias tiveram enormes prejuízos.

Tal pai, tal filho. Bolsonaro não pagou o débito do 04

Assim que Jair Renan, o 04, deu um prejuízo a um banco de Brasília de mais de R$ 300 mil, o pai anunciou que pagaria o prejuízo. Decorridos quatro meses, o débito aumentou e até hoje o banco não recebeu. Jair Renan continua foragido em Santa Catarina e o banco já colocou mais uma vez a justiça a sua procura.

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