Baiano traíra 

A nota da defesa de Augusto Lima no Jornal Nacional surpreendeu a todos que até então o apoiavam. Casado com a originadora do problema e sócio da fintech que o operacionalizou, o baiano tentou fugir do negócio que montou. Sua “saída” do escritório não representa nada. Suas digitais continuam em todas as operações envolvendo o Credcesta.

Ex-ministra de Bolsonaro tem o segundo marido preso

Quando ela era casada com o ex-deputado, ex-senador e ex-governador de Brasília, José Roberto Arruda, ela visitou o xadrez da Polícia Federal algumas vezes quando ele, o governador, teve o mandato cassado e foi preso. Ele tentou mais uma vez voltar à política e perdeu. Ela foi para a Praia do Forte, na Bahia, ali conheceu o banqueiro Augusto Lima com quem casou, ganhou uma ilha de presente e uma fundação/ONG de alguns milhões. Esta semana, ela tem o segundo marido preso. Em Brasília, o pessoal afirma que ela é habilíssima, colocou nas redes sociais votos de feliz natal para seus amigos, já que na Bahia chegou a ter o título de cidadã baiana dado pela Assembleia Legislativa do estado. 

Lambança no Banco Central

Os bastidores da liquidação extrajudicial revelam um Banco Central enviezado e extremamente politizado. A reação inesperada do presidente com o anúncio da transação revelada pela jornalista Raquel Landim revelou claramente para quem o trio Galipolo, Landim e Haddad trabalham. Prato cheio para mais uma CPI. 

Sem credibilidade 

A negativa do Banco Central para a operação entre Master e BRB, a aprovação do Banco Pleno e a falta de ação no caso Digimais revelam que a atual diretoria do Banco Central não tem a mínima condição de avaliar e fiscalizar operações complexas. Com salários defasados e uma rotina extremamente politizada, o Banco Central só atrai profissionais de terceira linha. 

Quem pagará a conta

É notório que quem arcará com grande o sinistro de cerca de R$50 bilhões gerado pela liquidação extrajudicial do Banco Master será o Fundo Garantidor de Crédito- FGC. Já quem arcará com grande parte da recomposição das reservas do fundo serão os cinco maiores bancos, que deverão ter que contribuir cerca de R$40 bilhões.  BB e Caixa para variar terão que pedir ajuda do Tesouro Nacional, que mal consegue pagar as contas. 

Fechado para o capital árabe 

A ação politizada e extremamente amadora do Banco Central e do Ministério da Fazenda evitou que cerca de R$5 bilhões de capital de investidores árabes fosse injetado no conglomerado Master. Mais uma vez, quem pagará a lambança da dupla Galipolo e Haddad será o contribuinte brasileiro. Já nas urnas, as pesquisas indicam que ninguém aguenta mais tanta lambança de Lula e sua equipe, que fatalmente não deverão ser reeleitos. 

O Master e o poder Executivo

Não é de agora que o Banco Master, através do ex-sócio Guga Lima, mantém relações íntimas com altas figuras do Poder Executivo. Teria partido de Lima, segundo fontes, a ideia de contratar como principal consultor jurídico o hoje ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. Apesar da energia e perspicácia com que Daniel Vorcaro vem tentando, de forma legítima, salvar seu conglomerado, informantes desse blog apontam que o jeito maroto de Guga Lima teria desencadeado a operação realizada hoje pela Polícia Federal, a qual Lewandowski jura que guardou sigilo. A proximidade de Lima com figurões do PT, dentre eles Rui Costa, atual ministro da Casa Civil, e o AGU Jorge Messias, fez com que Fernando Haddad desse uma forcinha para que a bomba explodisse antes da solução realista que se avizinhava para o Banco Master. Avaliação de nemamigoneminimigo: a operação da PF, que tem digital de uma ala do PT sulista, pode ter custado a cabeça de Messias, cuja indicação para o STF, se já era dada como carta fora do baralho, agora azedou de vez. 

O Master e o poder Judiciário

Desde a aquisição de direitos creditórios superfaturados em discussão na Justiça Federal da 1ª Região até a contratação para a gestão de contas judiciais em tribunais estaduais através do BRB, como fez na Bahia, o Master sempre buscou parcerias com o Judiciário. E é na Bahia, conforme matéria divulgada no site “O Bastidor”, que paira sobre empresários amigos de José Rotondano, a suspeita de terem contribuído para a realização, no último dia 9 de novembro, da festança de aniversário do atual conselheiro do CNJ e desembargador baiano, que contou com mini apresentações de Ivete Sangalo e Carla Cristina. Veveta deu pala de cabo eleitoral e chegou a ovacionar Rotondano como presidente, se referindo à eleição que ocorre hoje (19) na Corte. Mais uma vez, o judiciário baiano volta às páginas de notícias em momento delicado de eleições. Apesar de a pregação local ser de silêncio absoluto, desafetos do magistrado devem acionar o CNJ para apurar quem de verdade bancou o convescote e a seleta carta de bebidas, ambos dignos de uma Casa nota 10.

O Master e o poder Legislativo

É no Congresso Nacional, especialmente na Câmara dos Deputados, que o Banco Master goza de credibilidade e detém sua maior influência. Infelizmente, segundo comentários, o que Vorcaro construía de pontes, seu sócio, Guga Lima, desfazia de maneira intransigente. Enquanto o mineiro circulava com desenvoltura com a nata de Brasília, o baiano não arredava o pé de se misturar com a baixa plebe política. Uma coisa é certa para quem tem conhecimento do caso: entre Vorcaro e Guga, apenas um sobreviverá a essa turbulência e as apostas favorecem o primeiro, seja pelo perfil articulador, seja porque não é de cair sem contra-atacar. 

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