Um cliente está fazendo Salvador/Congonhas/Salvador indo segunda-feira agora e voltando terça-feira, valor do bilhete R$ 7.790,00. Se o cliente comprar uma passagem Salvador/São Paulo/Buenos Aires/São Paulo/Salvador custa R$ 2.750,00. O tempo de voo Salvador/SP/Buenos Aires é de 5:10” contra 2:35” do Salvador/SP.
O alerta que vem de Nova Iorque
A vitória de Zohran Kwame Mamdani é a mais contundente derrota de Donald Trump até o momento. Um momento nada bom para o presidente norte-americano. A popularidade dele está se dissolvendo, com 57% de desaprovação. E a tendência é piorar. O ex-rapper, muçulmano, socialista, de 34 anos, fez uma campanha ousada e radical para os padrões norte-americanos, inclusive desafiando a cúpula do partido Democrata: taxação dos mais ricos, congelamentos de aluguéis, supermercados municipais com preços subsidiados, transporte coletivo gratuito e universalização de creches populares. Um ponto importante foi o apoio de parte significativa da comunidade judaica. Nova Iorque tem quase oito milhões de habitantes, dos quais dois milhões são judeus que controlam muitos negócios e muito dinheiro. É difícil vencer na Big Apple sem apoio deles. E talvez esse seja o recado mais importante que as urnas de Nova Iorque estão enviando para Trump.
Flopou 30
Após sambar no luxuoso iate e merecer críticas, Janja promoveu uma glamurosa festa aos chefes de estado que, por incrível que pareça, ninguém compareceu. A festa está sendo chamada de Flopou 30. Contudo, nada abala a paixão do velhinho por sua “cuidadora”.
Vexame também de Jerônimo
Na Bahia, outro petista causou o maior vexame. O presidente da França, Emmanuel Macron, fazia um pronunciamento quando Jerônimo Rodrigues o interrompeu pedindo intérprete porque ele não entendia nada do que o líder francês estava falando. Outro vexame petista.
Olha Arruda aí, gente!
A mais nova pesquisa sobre o quadro de sucessão em Brasília confirmou o que este blog vem antecipando. Ontem, estavam empatados o ex-deputado federal, ex-senador e ex-governador de Brasília, José Roberto Arruda, com a atual vice Celina Leão, que é candidata do governador Ibaneis já há alguns meses.
Começou o tiroteio e Arruda vai responder
Assim que a pesquisa saiu, o governador Ibaneis Rocha, sem nenhuma delicadeza, fez verdadeiras agressões pessoais a Arruda. Vai ter resposta, já que o quartel-general do ex-governador fará denúncias do governador que ficou milionário assumindo o cargo e pagando todos os precatórios e, com os recursos, comprou mansões milionárias no Distrito Federal. O coro vai comer.
Facções criminosas invadem São Paulo
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tem acionado a sua polícia no combate às facções criminosas que estão atuando no estado. Elas são atuantes em postos de gasolina, ônibus, compra de imóveis e participação em bares e restaurantes. O ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo acaba de pedir licença para atuar na CPI do crime organizado em Brasília. Tudo indica que ele terá revelações bombásticas.
Cláudio Castro pede socorro a Trump
O governador do Rio, Cláudio Castro, confirmou ter pedido ajuda para combater os narcotraficantes no Rio de Janeiro. O fato irritou profundamente o presidente Lula, que, a essa altura do campeonato, cortou, inclusive, relações pessoais com o governador do Rio de Janeiro.
Ceará e Bahia lideram a criminalidade no país
Os mais novos dados confirmam que a Bahia é líder e, em segundo lugar, o Ceará. O curioso é que os dois estados são comandados pelo PT, o que está agitando profundamente o Palácio do Planalto.
Deus nos acuda na ex-cidade maravilhosa
O pânico tomou conta dos três poderes no Rio de Janeiro, depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal instaure um inquérito para apurar a atuação de grupos do crime organizado no Rio de Janeiro, ou seja, tráfico de drogas e milícias, e suas conexões com os poderes do estado. O governador Cláudio Castro, que já comemorava o aumento de popularidade, depois do massacre do Alemão-Penha, reagiu mal. Após achar que tinha se livrado do perigo, ou seja, a visita do ministro ao Rio de Janeiro para tomar pé dos detalhes da desastrosa operação; percebeu que caiu no conto do Xandão. O governador, que já anunciara, pasmem, mais dez operações do gênero, para alavancar sua candidatura ao Senado, não escondeu a preocupação. O governador sempre recusou o apoio da Polícia Federal porque sabe que ela tem informações suficientes para revolver as entranhas das policiais cariocas e provocar um verdadeiro tsunami político-institucional.
Deus nos acuda na ex-cidade maravilhosa II
Até as pedras do calçadão de Copacabana sabem que existe uma relação perniciosa e promíscua entre as polícias do Rio de Janeiro e o crime organizado. Boa parte dos milicianos ou é ou já foi policial militar ou bombeiro. Da mesma forma, o tráfico não sobreviveria sem subornar policiais, civis e militares, com o famoso “arrego”. Em algumas regiões da cidade, batalhões inteiros recebem os “dividendos”. E para governar o estado existem duas opções: se aliar ou se omitir, deixando o problema a cargo da cúpula da Segurança. Por isso, raramente os chefões das favelas são presos nessas operações do tipo Alemão-Penha. Por coincidência, o principal alvo da operação, Doca, conseguiu fugir.
Deus nos acuda na ex-cidade maravilhosa III
A influência e o poder do crime organizado, de início restritos às polícias, infectaram todas as instâncias de poder no Estado – Legislativo, Executivo e Judiciário. Quem tiver dúvidas, é só pesquisar sobre o deputado TH Joias, com trânsito fácil no Palácio das Laranjeiras; preso recentemente, acusado de relações para lá de suspeitas com o Comando Vermelho e um traficante de peso. Ou o caso da deputada estadual Lucinha, acusada de ser um braço parlamentar das milícias. Foi absolvida pelos deputados e pela Justiça, apesar das provas robustas. Não há nada de novo nessas informações, os filmes Tropa de Elite I e II (2007) explicam didaticamente como funciona a relação nefasta entre o crime organizado e as instituições no Estado. Um adendo: por precaução, o diretor do filme, José Padilha, resolveu se exilar nos Estados Unidos desde o sucesso retumbante das duas obras.