Dallagnol explica a queda de Lula

O ex-procurador Deltan Dallagnol fez ontem uma declaração que preocupou o Palácio do Planalto: “Mesmo com 90% dos moradores das comunidades aplaudindo, mesmo com a maioria dos brasileiros também apoiando a mega operação que foi realizada no Rio, mesmo com o pessoal do BOPE sendo ovacionado nas ruas, e com isso a população brasileira demonstrando que quer combater o crime organizado, Lula tem sido contra”.

A Bahia continua batendo recordes negativos

A Bahia é o estado que tem o maior número de facções criminosas, é também o estado mais violento, é o estado onde a polícia mata mais e, por fim, agora enfrenta um novo problema: a população baiana já não sai à noite com medo da violência.

A Polícia Federal investiga 92 políticos por desvio de emendas parlamentares. Tem 22 baianos sendo investigados

Eis a relação dos estados e dos políticos que estão sendo investigados por determinação do ministro do STF Flávio Dino. São Paulo, 39; Amazonas, 23; Bahia, 22; Maranhão, 14; Minas, 11. Todos estão sendo investigados e, se comprovada irregularidade, podem ser presos a qualquer momento.

100% Baiano

Após uma longa temporada sob o comando do Banco Master, o Credcesta voltou a ser controlado pelo baiano Augusto Lima através de sua nova aventura bancária, que transformou o problemático Banco Voiter, antigo Indusval, no Banco Pleno.

100% Baiano II

Há mais de sete anos, o Credcesta detém a exclusividade/monopólio para operar o cartão de benefício consignado para os mais de trezentos mil servidores públicos estaduais baianos. Além de ilegal, a exclusividade é totalmente imoral, pois impede os servidores baianos de ter acesso às taxas menores ofertadas por concorrentes em outros estados da federação. A exclusividade do Credcesta será um dos temas principais das próximas eleições e sua manutenção vai custar caro para Guga Lima.

Safra no Colo II

A inesperada venda do Banco Safra movimentou os bastidores do poder em Brasília. Coincidência ou não, o banqueiro carioca André Esteves trabalha para aprovar a transação em tempo recorde, se possível ainda durante o mandato de seu aliado Renato Gomes. Track record é o que não falta para a dupla de cariocas, que fez história no Banco Central.

Banco Safra desmente o BTG Pactual

“Recentemente, conforme comprova o documento anexo, V. Sas. veicularam, no blog supra, as seguintes informações relacionadas ao Banco Safra: ‘O tradicional Banco Safra está prestes a mudar de mãos. O anúncio oficial só não foi feito porque o banco não passou no due diligence, como é chamado o processo de auditoria realizado pelo comprador. Para comprá-lo, André Esteves retomou contatos de quando trabalhou no UBS na Suíça’. Tem a presente a finalidade informativa, a quem quer que seja, que esta Instituição e Grupo Financeiro não estão à venda, tampouco em processo de due diligence, que esta razão pela qual gostaríamos de solicitar a exclusão deste post.”

Marcação Milagrosa

Há mais de um ano, servidores da área de fiscalização de instituições financeiras do Banco Central estão com um pepino enorme nas mãos. Em outubro de 2024, segundo informações disponíveis no site da CVM, um polêmico banco médio adquiriu R$ 20 milhões em cotas de um FIDC não padronizado, o Tabor, CNPJ 54.029.912/0001-15.

Marcação Milagrosa II

Logo após o aporte do polêmico banco médio, o TABOR FIDC adquiriu direitos creditórios referentes a uma ação judicial conhecida por todas as áreas de special situations de bancos e fundos da Faria Lima como um ativo com baixíssima liquidez e chance de êxito. Mesmo assim, o administrador do fundo, que dispensa apresentações, contabilizou os direitos creditórios, segundo relatório protocolado na CVM semana passada, por um valor 35 vezes maior que o valor de aquisição. Com a mágica do administrador, o banco, que está desenquadrado, postergou uma capitalização pra lá de necessária.

Marcação Milagrosa III

Segundo o balancete de agosto de 2025 do polêmico banco disponibilizado no site do Banco Central, o valor investido pela instituição no Tabor FIDC NP representava mais de 10% do ativo total do polêmico banco e cerca de 145% do valor de seu patrimônio. Procurados pelo Blog, o Banco Central e a CVM ainda não se manifestaram.

Na mosca: Otto e Flávio trocam tiros, mas fazem as pazes

Na escolha dos nomes para a CPI do crime organizado, este blog antecipou que teria troca de balas entre o senador baiano Otto Alencar e o senador carioca Flávio Bolsonaro. Não deu outra. Quando da escolha dos nomes do senador Fabiano Contarato, do PT do Espírito Santo, para presidente, e do senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe, para relator, Otto afirmou que Bolsonaro, quando presidente, não o queria na CPI. Flávio retrucou dizendo que nenhum presidente gostaria de ter uma CPI contra si. Logo em seguida, os dois, de maneira elegante, afirmaram que era um fato político e, cordialmente, se cumprimentaram e houve até elogios recíprocos. Política é a arte da elegância também.

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