Política com Polícia

Após um longo período de trégua, os principais candidatos à Presidência da República colocaram seus efetivos na rua para tentar emplacar a narrativa de que combatem o crime organizado.

Política com Polícia II

Em São Paulo, Lula e Tarcísio lançaram operações no mesmo dia para combater devedores contumazes que, para ganharem destaque na mídia nacional, receberam o rótulo de membros de uma famosa facção paulista, da qual o próprio Ministério Público Paulista já admitiu que não fazem parte.

Política com Polícia III

Em Minas, uma operação no setor de mineração realizada pela Polícia Federal teve nos bastidores dois objetivos: 1. Desestabilizar apoiadores do governador Romeu Zema, que é pré-candidato à Presidência da República; e 2. Aniquilar empresários que desafiaram o Ministro Alexandre Silveira. Em resposta à operação, o governo mineiro deflagrou a Operação Fidelis, que tinha como alvo redutos tradicionais do PT no estado e membros de uma conhecida facção do crime carioca, a maioria residente em “resorts do crime” ainda protegidos pelo STF.

Política com Polícia IV

Além dos pré-candidatos à Presidência, as operações policiais têm tentado desestabilizar os maiores caciques partidários do Brasil, especialmente do Centrão. Não é à toa que o Centrão reagiu com a PEC da Blindagem para proteger seu espólio dos ataques dos adversários que comandam as forças policiais e a Justiça.

Orgulho Nacional

Mesmo sucateadas, as Forças Armadas Brasileiras continuam com prestígio entre a grande maioria da população. Em São Paulo, a maior evidência disso é o Domingo Aéreo, evento da Força Aérea Brasileira que acontece anualmente no Campo de Marte. Na edição do último domingo, mais de cem mil brasileiros lotaram os pátios do Parque Aeronáutico da Aeronáutica de São Paulo para assistir a demonstrações aéreas de uma força aérea sucateada e que luta para sobreviver aos frequentes cortes de verba e contingenciamento de recursos.

Semana Sagrada

Ao pôr do sol desta quarta-feira, 1 de outubro de 2025, se inicia um dos dias mais sagrados para a humanidade. O Yom Kippur ou Dia do Perdão não é um celebro pelos judeus, mas por todos aqueles que entendem seu significado. É um dia dedicado à constrição, às orações e ao jejum, como demonstração de arrependimento e expiação, em busca do perdão divino e de felicidade no ano que se inicia.

Helder Barbalho dá show para COP 30

O governador do Pará, Helder Barbalho, está dando um show internacional. Agora mesmo reuniu o ex-primeiro-ministro Tony Blair, da Inglaterra, e o ex-governador da Califórnia e o ator, Arnold Schwarzenegger. Os dois virão ao Brasil para um grande e extraordinário evento que é a COP 30 que já tem mais de 180 países confirmados.

Ratinho Jr. ganha com indecisão de Tarcísio

O governador do Paraná, Ratinho Jr., é quem mais tem crescido para a sucessão presidencial. Sai do seu estado com 90% de aceitação e é o governador mais bem avaliado do Brasil, enquanto Tarcísio já deu um tchau para a candidatura à sucessão presidencial.

A família Collor de Mello perde uma concessão de 50 anos que tinha com o grupo Globo

Coube ao ex-presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, jogar a pá de cal. Na sua última sentença, antes de deixar o cargo, sacramentou o fim do vínculo do grupo Arnon de Mello, leia-se TV Gazeta de Alagoas, com o grupo Globo. O curioso é que a vida tem nuances e nuances. Roberto Marinho vivo, Fernando Collor, governador de Alagoas, chegou à presidência da República com o apoio do maior empresário de TV do Brasil. Quando caiu, entrou em desgraça, passou por sucessivos reveses até ser incriminado e preso pelo STF. Os bilionários herdeiros de Roberto Marinho não perderam tempo, agilizaram as ações jurídicas e agora ganharam. O detalhe curioso é que Collor continua em prisão domiciliar, onde seus filhos com sua primeira mulher, a milionária Lilibeth Monteiro de Carvalho, não querem saber dele. É o fim de um rapaz que começou de maneira brilhante na política, chegou ao auge ainda jovem e, ao perder o cargo sendo cassado, entrou em desgraça. Assim mesmo se elegeu senador, mas perdeu tudo.

Fernando Mitre, o mais longevo diretor de jornalismo do país, perde o comando da rede Bandeirantes 

Ele era o diretor com maior tempo no comando do jornalismo da rede Bandeirantes, foi, inclusive, introdutor e pioneiro dos debates políticos. Agora, a família Saad anuncia que ele perde o cargo. A vida é assim, rei morto, rei posto. Mitre fez muito pelo grupo Bandeirantes.

Na Bahia, um deputado federal tem crescido para o governo do estado

O deputado federal João Bacelar Filho, que varre todo o interior do estado e por isso foi reeleito cinco vezes, está solidificando a sua candidatura ao governo do estado. Com experiência muito grande, com prestígio nacional muito valioso, ele também é herdeiro do pai e do tio. Dois nomes que até hoje são lembrados na Bahia. João Bacelar, o pai, e Rui Bacelar, o tio.

Muito melhor será trocar o presidente

Há uma máxima no futebol brasileiro que, quando o clube vai mal, muda o treinador, ocorre que, na maioria das vezes, o culpado é o presidente. O Corinthians foi um exemplo, o Fluminense do Rio está sendo, também o Vitória da Bahia. Esses dois poderiam mudar os presidentes e não trocar os treinadores. Está na hora.

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