O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, agitou Brasília na tarde de ontem com a visita que fez ao ex-presidente Jair Bolsonaro. De lá, saiu uma longa entrevista que só o Grupo Globo não transmitiu. Afirmou que no segundo turno todos estarão unidos contra o candidato do PT. Isso significa: PL, PSD, PP, Novo, Podemos e dois novos partidos. O curioso é que Tarcísio, hoje, é o maior cabo eleitoral de São Paulo. Está reeleito com os pés nas costas e afirmou que no primeiro turno apoiará o senador do PL do Rio, Flávio Bolsonaro, candidato à sucessão presidencial.
Político de prestígio da Bahia, Marcelo Nilo viraliza nas redes sociais contra dois homens fortes do PT de Lula
O ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, e o líder do governo do Congresso Nacional, o senador do PT, Jaques Wagner, estão nas redes sociais com graves acusações ditas por um político baiano que já foi tudo e, agora, pleiteia uma vaga de candidato ao Senado na chapa do ex-prefeito ACM Neto. As acusações são de uma gravidade cruel e é estranho o silêncio dos dois líderes petistas da Bahia. O curioso é que o silêncio da dupla provocou uma explosão de acesso nas redes sociais baianas e interestaduais, porque as acusações e denúncias contra Wagner e Rui são devastadoras.
O trio de ouro do PSD é o assunto em Brasília
Os governadores Ratinho Jr. do Paraná, Ronaldo Caiado de Goiás e Eduardo Leite do Rio Grande do Sul formam o trio de ouro do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Além de serem muito bem avaliados os seus estados, são fichas limpas. O partido vai usar os dois maiores institutos de pesquisas eleitorais, o Datafolha e o antigo Ibope, para fazer pesquisas nacionais solicitando que os eleitores escolham qual candidato vai enfrentar os demais na sucessão presidencial. O presidente nacional do PSD, Kassab, anda muito tranquilo, até porque cumpre tudo que promete. Apoia a reeleição de Tarcísio de Freitas em São Paulo, que será um cabo eleitoral extraordinário no maior eleitorado do país.
Zema mantém candidatura
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, declarou ontem que vai disputar a sucessão presidencial a fim de fortalecer o seu partido, Novo, não só em um dos maiores colégios eleitorais do país, como nos demais estados. Só não apoia no segundo turno Lula.
O velho “operador” da Bahia
As indicações de “emprego” para Guido Mantega e Lewandowski, realizadas pelo senador Jaques Wagner, foram estendidas também para a Bahia, com a indicação do seu velho amigo de sempre e operador de todas as horas, para azeitar o Credcesta de Augusto Lima na Bahia.
Cadê o Lulinha?
Figurinha carimbada em Courchevel, este ano Fábio Luís Lula da Silva, nacionalmente conhecido como Lulinha, deu o cano nos amigos do esqui. Peça central do escândalo bilionário do INSS e com um dos seus principais clientes no mercado financeiro no holofote, o filho prodígio do presidente Lula desapareceu. Marina Mantega, que organizou a viagem, tentou até o último revender o pacote comprado pelo menino por um valor irrisório, mas ninguém topou a aventura.
Os três poderes estão envolvidos com o Banco Master
Ontem, em Brasília, o assunto era esse. Executivo, Legislativo e Judiciário, todos receberam uma grana do Banco Master. Resta saber se a Polícia Federal vai chamar para depoimento o presidente Lula, que teve quatro audiências com os dirigentes do Banco Master, planejadas pelos amigos Guido Mantega e Jaques Wagner. Está todo mundo enrolado e, mais ainda, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa.
Deputado federal do PL vai levar ao governo as crises da lavoura do cacau
João Bacelar Filho: “Diante das constantes dificuldades enfrentadas pelos produtores de cacau na Bahia, vamos pressionar o Governo brasileiro por mudanças nas regras de importação. Para isso, solicitei uma audiência com o Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, para discutir um conjunto de medidas saneadoras voltadas para a recuperação do setor. Reitero que sou radicalmente contra a Instrução Normativa nº 125, editada em 2021 pela Secretaria de Defesa Agropecuária, que trata das regras para importação de cacau e flexibilizou excessivamente os critérios de defesa fitossanitária, permitindo a entrada de cacau importado sem o rigor técnico necessário, sendo uma ameaça direta à produção cacaueira baiana e brasileira. No Congresso Nacional, defendo a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 336, que propõe a revogação da Instrução Normativa nº 125. O objetivo é restabelecer critérios mais rígidos para a importação do cacau.Com os produtores investindo cada vez mais em tecnologia moderna e mecanização, são necessários incentivos e políticas públicas para que as lavouras nas regiões Norte, Sul e Oeste da Bahia, dentro das novas tecnologias, sem sombreamento, continuem produzindo em grande escala, garantindo empregos, renda e o crescimento da economia do nosso Estado.”
Lula e o Irã
Aliado declarado dos aiatolás, Lula e Alckmin estão preocupados com a carnificina do regime iraniano. Traumatizados pelo 8 de janeiro, Lula e Alckmin querem distância de manifestações populares, especialmente em ano eleitoral. Não é à toa que a bem-sucedida caminhada do deputado Nikolas Ferreira acendeu o alerta vermelho no Palácio do Planalto.
Cadê o Lulinha?
Figurinha carimbada em Courchevel, este ano Fábio Luís Lula da Silva, nacionalmente conhecido como Lulinha, deu o cano nos amigos do esqui. Peça central do escândalo bilionário do INSS e com um dos seus principais clientes no mercado financeiro no holofote, o filho prodígio do presidente Lula desapareceu. Marina Mantega, que organizou a viagem, tentou até o último revender o pacote comprado pelo menino por um valor irrisório, mas ninguém topou a aventura.
Pleno à venda
O banqueiro baiano Augusto Lima tenta desesperadamente vender seu banco, o Pleno. Após sua prisão em novembro do ano passado, Guga Lima foi afastado da gestão da instituição. Segundo uma fonte ouvida por este blog, Guga quer R$ 1 bilhão por um pacote que inclui o famoso Credcesta (PKL One).
Pleno à venda II
Para vender seu banco, Guga Lima recorreu a velhos amigos da política. Um deles ofereceu o negócio a um conhecido oligarca brasileiro, que dispensa apresentações. Para o potencial comprador, foi pedido que ele analisasse a oportunidade com carinho, pelos vínculos do negócio com gente grande do PT baiano.