O presidente Lula prometeu que acabaria com as filas no INSS. Elas triplicaram, e o INSS tem um rombo de milhões de reais. Aposentados estão tendo as suas aposentadorias atrasadas, enquanto a CPMI no Congresso Nacional é apenas para efeito de publicidade. Todas as estatais do governo estão deficitárias, mas Lula insiste em não privatizá-las, até mesmo a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, que ainda não tem recursos sequer para admitir os 15 mil servidores que prometeu. Mais um buraco nas estatais com o governo do PT.
Senado tem maioria da oposição
Os primeiros levantamentos dos futuros senadores indicam que a oposição vai ter maioria e, com isso, correm perigo todos os inimigos dos partidos que fazem oposição ao governo Lula.
Carvajal preocupa a esquerda brasileira
O ex-chefe da inteligência militar venezuelana, Hugo Carvajal, atualmente preso nos Estados Unidos, deve auxiliar os promotores norte-americanos para detalhar as ligações entre Maduro e narcoterroristas. O depoimento de Carvajal interessa muito a Lula e ao PT, pois o araponga venezuelano pode azedar os planos da esquerda brasileira para as eleições deste ano.
Primeira combatente
Além de Maduro, um dos principais alvos da operação Resolução Absoluta que prendeu o presidente venezuelano era sua esposa Cília Flores, também conhecida como primeira comandante. Advogada criminalista, a combatente livrou Chávez da prisão mais de duas décadas atrás. Mais velha e muito mais experiente que Maduro, Cília era a cabeça e grande estrategista da ditadura chavista desde 2006, quando foi eleita a primeira presidente da Assembleia Nacional da Venezuela. Desde 2017, após a prisão de seus sobrinhos pelo governo norte-americano por tráfico de drogas, Cília é procurada por sua associação criminosa. A captura de Cília representa um duro golpe para o Foro de São Paulo, fundado por Lula. Se Cília optar por uma delação premiada para tentar reduzir sua pena em Nova York, Lula e o PT têm muito a perder, especialmente em um ano eleitoral.
A volta urgente de Flávio Bolsonaro dos Estados Unidos
A coordenação da campanha do senador Flávio Bolsonaro à sucessão presidencial está pedindo que ele volte com urgência dos Estados Unidos, já que inúmeros governadores estão propensos a apoiá-lo. Flávio Bolsonaro mostra que cresce nas pesquisas e, com isso, está sendo procurado por líderes políticos de todo o país.
Fim de uma era
O presidente Donald J. Trump determinou a captura, em uma operação extremamente precisa e espetacular, do ditador mais ousado e corrupto da América Latina. Com fortes conexões com cartéis de drogas e grupos terroristas, Maduro será julgado por seus crimes em Nova York.
Você é o próximo…
Esta foi a frase que Lula mais recebeu de cidadãos brasileiros em suas redes sociais, em seu post que condenava a ação americana na Venezuela.
Guinada para direita
Além de uma forte demonstração de força, Donald Trump mandou um forte recado para a esquerda brasileira. Movimentos como o MST, que apoiaram a ditadura de Maduro, sumiram do mapa. Já o PT, que sempre suportou o regime de Maduro, deverá receber um feedback dos brasileiros nas urnas.
Invasão Venezuela
Grande parte dos cerca de dois mil generais venezuelanos deve buscar refúgio no Brasil. Envolvidos em todas as modalidades de crimes, os generais venezuelanos faturaram bilhões de dólares nos últimos anos com o tráfico de drogas, armas e seres humanos. Com o bolso cheio, os generais venezuelanos continuarão patrocinando políticos de esquerda na América Latina, especialmente no Brasil, onde já investiram milhões no PT.
Milei comemora
O presidente argentino Xavier Milei comemorou a prisão do ditador narco terrorista Nicolás Maduro. No X, Milei escreveu: “LA LIBERDAD AVANZA” e “VIVA LA LIBERDAD CARAJO”. A declaração do líder argentino é diametralmente oposta à do presidente brasileiro, que mais uma vez defendeu um narco terrorista nas redes sociais.
Bom para a inflação global
A derrubada do ditador Nicolás Maduro irá alterar drasticamente a dinâmica do mercado do petróleo, especialmente com o provável retorno de empresas americanas para o país sul-americano. Antes da nacionalização dos poços de petróleo pelo antecessor de Maduro, grande parte dos ativos era operada por empresas norte-americanas, que conhecem bem o país. Em conjunto com a Guiana, o aumento da oferta de petróleo com a retomada em grande escala da produção venezuelana deverá reduzir o preço da commodity em pelo menos vinte por cento nos próximos anos.
Rúbio manda recado forte
O secretário de governo norte-americano, Marco Rubio, mandou um recado forte para os narco-terroristas da América Latina. A bem-sucedida ação na Venezuela representa um sinal de alerta para os cartéis que atuam no Brasil, que não estão imunes a ações similares dos norte-americanos.