Ao redor do mundo, mais de oito milhões de venezuelanos, que deixaram o país nas últimas décadas, comemoraram a captura do ditador Nicolás Maduro.
Carvajal preocupa a esquerda brasileira
O ex-chefe da inteligência militar venezuelana, Hugo Carvajal, atualmente preso nos Estados Unidos, deve auxiliar os promotores norte-americanos para detalhar as ligações entre Maduro e narcoterroristas. O depoimento de Carvajal interessa muito a Lula e ao PT, pois o araponga venezuelano pode azedar os planos da esquerda brasileira para as eleições deste ano.
Primeira combatente
Além de Maduro, um dos principais alvos da operação Resolução Absoluta que prendeu o presidente venezuelano era sua esposa Cília Flores, também conhecida como primeira comandante. Advogada criminalista, a combatente livrou Chávez da prisão mais de duas décadas atrás. Mais velha e muito mais experiente que Maduro, Cília era a cabeça e grande estrategista da ditadura chavista desde 2006, quando foi eleita a primeira presidente da Assembleia Nacional da Venezuela. Desde 2017, após a prisão de seus sobrinhos pelo governo norte-americano por tráfico de drogas, Cília é procurada por sua associação criminosa. A captura de Cília representa um duro golpe para o Foro de São Paulo, fundado por Lula. Se Cília optar por uma delação premiada para tentar reduzir sua pena em Nova York, Lula e o PT têm muito a perder, especialmente em um ano eleitoral.
Sem moral
Idólatra e cúmplice do chavismo, Lula não tem moral para criticar a operação Resolução Absoluta, que capturou o narco-ditador Nicolás Maduro e sua primeira-dama, Cília Flores, importante estrategista da ditadura de esquerda que expulsou mais de oito milhões de venezuelanos do país, cerca de um milhão para o Brasil. Com declarações sem sentido, o discurso de Lula só ecoa na militância do PT, onde Maduro ainda é visto como herói.
A volta urgente de Flávio Bolsonaro dos Estados Unidos
A coordenação da campanha do senador Flávio Bolsonaro à sucessão presidencial está pedindo que ele volte com urgência dos Estados Unidos, já que inúmeros governadores estão propensos a apoiá-lo. Flávio Bolsonaro mostra que cresce nas pesquisas e, com isso, está sendo procurado por líderes políticos de todo o país.
Cadê a fraude?
Os depoimentos de Daniel Vorcaro, do Master, e do ex-presidente do BRB complicaram ainda mais a situação do diretor do Banco Central Ailton de Aquino Santos e de Gabriel Galípolo. Os depoimentos e a acareação comprovam que não houve fraude, nem prejuízos para o BRB. Segundo o presidente do BRB, eventuais prejuízos serão causados pela liquidação extrajudicial, caso as garantias adicionais da operação não sejam suficientes.
Cadê a fraude? II
Já prevendo o que está por vir, o diretor do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, apresentou uma nova denúncia. Para quem acompanha o Banco Master e a fiscalização do Banco Central, trata-se de um assunto velho envolvendo fundos citados na Carbono Oculto. A denúncia de Ailton de Aquino só agora é mais uma demonstração da omissão e seletividade da atual diretoria do BACEN e de seu presidente Gabriel Galípolo. A prova disso é o Banco Digimais, do todo poderoso Marcos Pereira, que continua imune e com fundos para lá de suspeitos cobrindo o rombo em seu balanço.
Maior precatório do BACEN
Lambanças em processos de intervenção e liquidação não são novidades no Banco Central. Um deles, o do Banco Ypiranga, se transformou numa das maiores demandas contra o Banco Central, que já ultrapassa a casa dos R$ 10 bilhões. Outro caso que continua na justiça é o Cruzeiro do Sul. Um RAET desastroso conduzido pelo FGC com o mesmo interventor atual do Master já rendeu uma condenação em segunda instância bilionária para os envolvidos. Pelo visto, o caso do Banco Master vai terminar no maior precatório gerado pelos atos questionáveis do Banco Central contra um ente privado. Vale lembrar que quem paga a conta do Banco Central é o Tesouro Nacional, ou seja, os milhões de contribuintes brasileiros.
Flávio convida ACM Neto
Crescendo nas pesquisas, o senador Flávio Bolsonaro reconhece que precisa de um palanque forte na Bahia, reduto eleitoral daquele que deve ser seu principal rival nas urnas, o presidente Lula. Por isso, fez o convite ao ex-prefeito e vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, para integrar a sua chapa no ano de 2026. Deste cenário já podemos intuir que a campanha de Flávio Bolsonaro vem forte, pois demonstra visão estratégica de plano nacional. ACM Neto ganha aquilo que lhe faltou na campanha passada, um projeto nacional e, vindo a reboque, uma real chance de João Roma ser eleito senador pela Bahia.
A bola de cristal e a chapa do PT
Antecipando a política, a chapa do PT para a Bahia já está formada. Para governador, Jerônimo Rodrigues, e para vice-governador, o atual deputado federal Diego Coronel. Geraldo Junior, a contragosto, para deputado federal com ajuda do governador. Para senadores, Rui Costa, tendo como seu primeiro suplente o presidente do Avante, Ronaldo Carletto, para assumir o Senado caso o PT ganhe em plano nacional; e Jaques Wagner. Tendo em vista a briga interna entre Angelo Coronel e Otto Alencar — pois Otto já aposentou da política seu filho no TCE e já garantiu outros pleitos individuais — restou a Coronel, que já sabe que se romper não leva o PSD, apenas a indicação dos seus filhos, um a vice-governador, como dito acima, e ao outro, Angelo Coronel Filho, a Presidência da ALBA após a recondução de Ivana Bastos. Ao patriarca Coronel, ainda há a vaga de deputado federal com alguma Secretaria importante.
O marco temporal de 2026
No ano de 2025, o governador Jerônimo Rodrigues assinou diversas autorizações de obra em vários municípios do estado da Bahia, gerando uma expectativa imensa nos prefeitos. Ocorre que, segundo a legislação eleitoral, o governador tem que assinar e publicar convênios com os municípios, para que os mesmos licitem e realizem as obras, ou realizar contratação por administradora direta pela SEINFRA (obra feita diretamente pelo próprio Governo do Estado) até o dia 30 de junho de 2026. Ou seja, é esse o marco temporal para sabermos de forma antecipada quem vencerá as eleições de 2026.
Ilhéus não se salva
É de fazer pena os últimos gestores da Princesinha do Sul. Após lástimosos 8 anos do ex-prefeito Marão, entra o atual prefeito Valderico Júnior, que teve o pai como um dos piores gestores há anos atrás. O filho caminha para o mesmo caminho, dando um péssimo exemplo na noite da Virada 2025-2026 durante o show da cantora Manu Batidão que aconteceu na Virada Ilhéus 2026, no sul da Bahia. O prefeito da cidade, Valderico Júnior (União Brasil), protagonizou uma cena ridícula ao virar um litro de whisky com a artista na arena montada na Avenida Soares Lopes. O vídeo que circula nas redes sociais é lastimável, assim como está a cidade.