O Entreguista III

Nos livros de história, Lula ficará conhecido como o presidente que vendeu a soberania do Brasil. Além das terras raras, o pacote do Tio Sam inclui a vedação de utilização da base de Alcântara por outros países sem autorização norte-americana e a exploração exclusiva do petróleo venezuelano por empresas norte-americanas. Para fechar, as big techs norte-americanas continuarão deitando e rolando no Brasil, e processando seus dados por lá, sem data centers por aqui.

Os Oligarcas

O fim do mandato de Lula III se aproxima e o ranking dos maiores oligarcas brasileiros se consolida no topo. Em primeiro lugar isolado, Joesley Batista é de longe o mais poderoso oligarca brasileiro. Com influência global, Joesley está anos-luz à frente dos demais. Em segundo lugar, está Alexandre de Moraes, que acaba de ser salvo por Joesley a pedido de Lula.

Os Oligarcas II

Em terceiro lugar, está o banqueiro André Esteves. Além do BTG, Esteves é o novo oligarca da área dos combustíveis, após destronar Rubens Ometto e dizimar devedores contumazes como Ricardo Magro, que sumiram do mapa.

Empurrando a conta

Na Faria Lima, a notícia que circula é que o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) só não pagou os cerca de 1,6 milhão de investidores de CDBs do Banco Master porque a Febraban, liderada por Isaac Sidney, está tentando empurrar a conta de R$ 41 bilhões, a ser rateada principalmente por Bradesco, Itaú, Santander, Caixa e Banco do Brasil para o Tesouro Nacional. Em um país onde a realidade supera a ficção, tudo é possível. Vale lembrar que Isaac fazia parte do escritório que assessorou e avalizou a entrada do controlador do Master no mercado.

Bomba de fragmentação

Na última semana útil do ano, a expectativa é que aconteça a maior operação policial da história da Faria Lima. Segundo informações obtidas por este blog, o alvo central da operação seria o fundo Hans 95, que dispensa apresentações.

Luz para o bolso

Após receber dezenas de milhões de reais dos italianos para evitar a cassação da problemática Enel, o ministro das Minas e Energia e o presidente Lula tentam culpar o governador Tarcísio pela falta de luz, causada pelos fortíssimos temporais da semana passada. Em período eleitoral, vale tudo. Até porque a maioria dos eleitores do PT de São Paulo até hoje não entendeu que a concessão da Enel é de competência exclusiva do Governo Federal, comandado por Lula e Silveira.

Prefeituras viram comitês eleitorais e drenam milhões para campanhas de ex-prefeitos na Bahia

Uso da máquina pública inflaciona eleições, sufoca candidaturas independentes e ameaça a democracia no estado. Prefeituras de diversos municípios da Bahia vêm sendo utilizadas, na prática, como comitês eleitorais informais para impulsionar campanhas de ex-prefeitos que se preparam para disputar vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal em 2026. A prática drena recursos públicos, distorce a concorrência eleitoral e coloca em risco a lisura do processo democrático. Após deixarem o cargo, ex-prefeitos elegem seus sucessores e mantêm influência direta sobre as gestões municipais, passando a utilizar contratos, cargos comissionados, eventos oficiais, inaugurações e serviços públicos como instrumentos de promoção político-eleitoral.

Disputa inflacionada e desigual

Embora não apareçam formalmente nas prestações de contas de campanha, milhões de reais circulam de forma indireta, tornando a disputa artificialmente inflacionada. Candidaturas sem acesso à máquina pública simplesmente não conseguem competir. “Não dá para concorrer. O jogo é completamente desigual”, afirma a suplente de deputada estadual e pré-candidata Katia Bacelar, que denuncia o avanço desse modelo na Bahia.

Risco jurídico e alerta legal

Segundo Katia Bacelar, o problema vai além da disputa política: “Como estudante de Direito e plenamente ciente das normas que regem a Administração Pública, é impossível ignorar o risco jurídico dessas práticas. O uso da máquina pública para fins eleitorais viola princípios constitucionais como legalidade, moralidade e impessoalidade, podendo configurar improbidade administrativa e abuso de poder político”. Especialistas reforçam que tais condutas podem resultar em sanções eleitorais e administrativas, incluindo inelegibilidade e cassação de mandatos, caso comprovado o desvio de finalidade.

Democracia sob ameaça

Sem atuação preventiva dos órgãos de controle, as eleições de 2026 correm o risco de serem profundamente desequilibradas. Quando as prefeituras deixam de servir ao interesse público para atender projetos pessoais de poder, a democracia é diretamente afetada. A máquina pública não pertence a grupos políticos — pertence ao povo. A pergunta que permanece é direta: quem vai frear o uso indevido da máquina pública antes que eleições justas se tornem inviáveis na Bahia?

Amin vai manter o PL da Dosimetria

O relator do PL da Dosimetria, o senador do PP de Santa Catarina, Esperidião Amin, já informou que vai manter o texto original do PL da Dosimetria. Com isso, ele deixa clara a sua amizade com o ex-presidente Jair Bolsonaro, de quem precisa de apoio, já que Amin vai ser candidato à reeleição. O seu inimigo mais ferrenho é Carlos Bolsonaro, que está ganhando em todas as pesquisas em Santa Catarina.

Liberação da Magnitsky de Alexandre de Moraes foi um tiro no coração do bolsonarismo

Ontem, quando o governo norte-americano liberou o ministro do Supremo Alexandre de Moraes das medidas punitivas que tinha adotado, o silêncio tomou conta do bolsonarismo. Foi um tiro no peito, afinal de contas, Alexandre de Moraes está se cristalizando a cada dia como uma das figuras do judiciário brasileiro de maior prestígio, embora tenha também os seus inimigos, principalmente os bolsonaristas.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑