Às vésperas de mais um recesso, a Comissão de Valores Mobiliários é mais uma clara prova do desgoverno de Lula. Com apenas três de seus cinco diretores, esta importante autarquia federal, responsável pela supervisão de um dos maiores mercados de capitais do mundo, está prestes a perder mais um diretor, que responde interinamente como seu atual presidente.
Sem quórum II
Cabe ao presidente Lula a indicação do novo presidente da CVM, o que, infelizmente, ainda não ocorreu. Após a indicação, o nome precisa ser sabatinado pelo Senado. Com o recesso, a escolha e a sabatina do novo presidente só devem ocorrer depois do Carnaval. Até lá, decisões importantes sobre processos em andamento ficam sem quórum. Notícia excelente para agentes financeiros que fazem fortuna cometendo infrações no mercado de capitais.
Marcados a zero
É longa a lista de FIDCs impactados pela liquidação extrajudicial do Master e as decisões favoráveis à Rioprevidência. Gestores impactados pela decisão não poderão contar com seus bônus milionários este ano para curtir Trancoso e estações de esqui no hemisfério norte.
Desvio bilionário
A CGU iniciou uma auditoria na CVM para investigar o que aconteceu no mercado secundário de títulos públicos brasileiros nos últimos dois anos. A investigação tem como base operações de troca de NTN-Bs de conhecidos fundos de pensão públicos por bancos brasileiros. A troca rendeu bilhões de reais aos bancos.
Jader Barbalho, o lendário político brasileiro, vai se aposentar
O senador Jader Barbalho, que já foi governador do seu estado, o Pará, e foi eleito e reeleito senador, anunciou a sua aposentadoria. Seu filho, Jader Barbalho Filho, vai disputar uma vaga na Câmara Federal e o outro, Helder Barbalho, governador reeleito do Pará, vai disputar uma vaga ao Senado. Uma família marcante, já que a ex-esposa de Jader, Elcione Barbalho, foi eleita várias vezes deputada federal. O clã Barbalho agora terá dois jovens para prosseguir na sua caminhada.
Quem são os candidatos à sucessão presidencial já declarados
Aldo Rebelo, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Ratinho Jr. e Flávio Bolsonaro. Esses não mudam. Falta ainda o Centrão declarar quem vai lançar.
Governador de São Paulo apoia Flávio
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, declarou apoio a Flávio Bolsonaro, candidato do PL à sucessão presidencial. Ele afirma que é uma gratidão ao pai que o lançou na vida pública. O curioso é que ele é o candidato preferido do establishment.
O que restou para Lula
Lula tem o PT, o PCdoB, o PSOL, o Avante, o PSB e parte do MDB. O que todos queriam aconteceu: haverá segundo turno e todos vão se unir contra o atual presidente.
A torcida mais charmosa do país
Embora o Vitória tenha se mantido na primeira divisão do futebol nacional, em todo o país ecoam elogios à sua torcida. Ela é responsável pelas maiores conquistas rubro-negras. É uma torcida que serve de exemplo e tem encantado gregos e troianos, elogiada por todos e por todas. É uma torcida diferenciada. Chega ao ponto de levar gente ao estádio que nunca foi. Parabéns à torcida rubro-negra da Bahia.
Agilidade na lei para punir devedor contumaz
O projeto foi aprovado pelo Senado e foi para a Câmara. Está parado. A Receita Federal pede rapidez a fim de punir os devedores contumazes. Esse processo foi agilizado quando a Receita Federal apanhou o grupo Refit que sonegou “apenas” R$ 26 bilhões.
Denúncia grave: a PF encontra vídeo que compromete Sérgio Moro
Já está com a Polícia Federal um vídeo encontrado na 13ª Vara Federal de Curitiba com gravação de “festa da cueca”, evento esse que contou com a participação de desembargadores. Com a gravação, o então juiz Sérgio Moro, na Lava Jato, tinha alguns magistrados nas rédeas. Condenou quem quis e quem não quis. Isso pode prejudicar a candidatura de Moro ao governo do Paraná.
Caiado lança candidatura nacional pelo diretório de Goiás
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, lançou ontem, em rede nacional, a sua candidatura à sucessão presidencial. As inserções são pagas e feitas pelo diretório estadual no UB. Como se vê, o governador de Goiás, num afã de fixar o seu nome, lança uma candidatura nacional com todos os custos do diretório regional do seu estado.