Presidente do PP apoia Flávio Bolsonaro

O presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira, acaba de declarar apoio à candidatura do senador do PL do Rio e candidato à sucessão presidencial, Flávio Bolsonaro. Ciro Nogueira também sugeriu que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, seja vice de Flávio.

A corporação mais respeitada do Brasil pede socorro: a Polícia Federal

Com apenas 12 mil integrantes, homens e mulheres, a PF é a corporação de segurança de maior confiança do Brasil. Carece de reforço e, sobretudo, de melhores salários. É ela, hoje, que combate a criminalidade em todo o país e, principalmente, a corrupção. Até as facções criminosas só respeitam a Polícia Federal.

Palácio do Planalto nega acesso a gastos de Lula e família

O Ministério Público Federal pediu desde o ano passado que o Palácio do Planalto informasse os gastos de Lula e Janja, além da família. Até agora, o Planalto está mudo.

Os candidatos à sucessão presidencial que fixaram suas candidaturas

Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e o ex-ministro Aldo Rebelo são os três candidatos à sucessão presidencial que, no último final de semana, confirmaram que não vão desistir.

Sala VIP ou Sauna VIP?

A sala VIP do Aeroporto de Salvador virou motivo de indignação. Há mais de quatro meses, o espaço funciona sem ar-condicionado, submetendo passageiros a calor excessivo, desconforto e condições inadequadas. O que deveria ser sinônimo de conforto e acolhimento se transformou em um ambiente insalubre. Os passageiros seguem pagando por um serviço premium que, na prática, não está sendo entregue. O problema se agrava porque é justamente quando Salvador está recebendo turistas de todas as partes do Brasil. É lamentável que isso aconteça sem nenhuma providência.

Isaac tenta blindagem

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, que de santo nunca teve nada, tem externado a ilustres líderes partidários a sua preocupação com uma eventual CPI do Banco Master. Além de expor as mazelas do Banco Central, especialmente a falta de fiscalização adequada e prevaricação, o receio de Isaac é que desenterrem os seus atos, quando ainda atuava em um conhecido escritório de advocacia.

Isaac tenta blindagem II

Para tentar evitar uma fiscalização mais severa das instituições financeiras que defende, Isaac Sidney criou uma narrativa perfeita, a defesa do Banco Central como instituição na grande imprensa. Apesar de entrevistas em série de ex-presidentes, quem conhece em detalhes o Banco Central de hoje sabe que a estrutura da instituição, além de muito menor, perdeu muito na qualidade dos profissionais, especialmente seus diretores que ganham menos que analistas recém-contratados de bancos de investimentos. Sem recursos e com um time velho e capenga, há anos o Banco Central só reage a incêndios de grandes proporções como o do Master. A operação Carbono Oculto e o NU são prova disso. Bilhões de reais circularam livremente por contas em instituições financeiras e fintechs, que teoricamente eram fiscalizadas por um regulador que vive de passado e não desce do pedestal. 

Vitória de Alcolumbre

Após sucessivas derrotas no Congresso, Lula jogou a toalha e nomeou os indicados de Davi Alcolumbre para a presidência e a diretoria da Comissão de Valores Mobiliários. Grande derrota para Fernando Haddad e André Esteves, do BTG, que não emplacaram suas indicações.

Briga pelo Banco Central

De férias na Suíça, André Esteves ficou extremamente preocupado com a indicação de Lula para a presidência da CVM. Derrotado, Esteves acionou Haddad e Galípolo para não perder novamente no Banco Central, onde a indicação do novo diretor do DEORF deve sair nos próximos dias. Para quem não se lembra, Esteves e o BTG foram os maiores beneficiários da gestão de Renato Gomes no DEORF. Gomes deixou o cargo no mês passado, um mês depois da polêmica liquidação extrajudicial do Banco Master. 

Holofote no baiano

A CPMI do INSS colocou o ex-presidente do Banco Master e atual controlador do Banco Pleno, Augusto Lima, de volta na sauna. Sócio do Credcesta e ligado a associações que estão sendo investigadas, Guga era o responsável pela originação das operações de crédito consignado com aposentados do INSS. Preso na operação Compliance Zero, Guga já foi sócio de Henrique Peretto, da Cartos, também preso na operação pela coordenação das operações de cessão de carteiras para o BRB. 

Sem fiscalização 

A reação do Banco Central às solicitações do Tribunal de Contas da União revelou um quadro extremamente preocupante. Apesar de ser uma autarquia, que recebe recursos públicos, a atual diretoria do Banco Central não quer que o TCU cumpra um dos seus principais papéis, o de fiscalizar. O caso Master expõe a soberba de diretores indicados do Banco Central, que, apesar de serem indicados por políticos e sabatinados pelo Senado, se acham independentes e acima da lei. Quem entende do assunto, sabe que a independência do Banco Central é mais uma obra de ficção para inglês ver. Prova disso é o currículo de seu atual presidente, que não seria contratado nem para estagiário em qualquer banco relevante da Faria Lima. Com jabutis mal remunerados, de segunda classe e indicados por políticos, cabe sim ao TCU fiscalizar o Banco Central para evitar outros desastres envolvendo instituições financeiras, como os descobertos na Carbono Oculto, na CPMI do INSS e na Compliance Zero.

BRB desenquadrado

Após a tentativa frustrada da aquisição do Master e o cancelamento da venda de parte de sua financeira, o BRB está desenquadrado. Sem um aporte substancial de capital, o banco, que é controlado pelo Governo do Distrito Federal, poderá ser liquidado. Nos bastidores, já existe um movimento para sua federalização.

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