Reviravolta na proa II

Após a exposição pública de suas lambanças no Ministério da Fazenda e sua ingerência no Banco Central, Fernando Haddad já sabe que não merecerá nem o voto de sua esposa. Visto com desconfiança na esquerda por causa de seu relacionamento misterioso com André Esteves, Haddad é mais uma carta fora do baralho do PT.

Passados para trás novamente

Na surdina, mais uma vez, a CBMM, controlada pela família Moreira Salles, a mesma que controla o Itaú Unibanco, renovou seu bilionário contrato com o governo mineiro, através da CODEMIG. Gestores públicos que acompanharam a renovação apelidaram a nova versão do contrato de Caracu III. Esta é a terceira renovação do contrato desde sua celebração em 1972.

Passados para trás novamente II

O prefeito de Araxá, Robson Magela, se tornou um dos maiores críticos da CBMM. Em evento recente, o prefeito rasgou o verbo contra a falta de ações concretas da empresa para a cidade mineira. A CBMM fatura bilhões de reais extraindo nióbio no município de Araxá, mas mantém sua sede em São Paulo, onde ficam seus executivos mais bem pagos.

Novo ouro em Minas

Nas regiões de Poços de Caldas e Araxá, mineradoras australianas, inglesas e norte-americanas disputam silenciosamente o segundo maior depósito conhecido de terras raras. Em Uberaba, a britânica Rainbow Rare Earth investe milhões de dólares para retirar terras raras da montanha de gesso da Mosaic, que mantém na cidade uma das maiores plantas de fertilizantes do país.

Ratinho Júnior, campeão de votos no Brasil

O governador do Paraná, Ratinho Júnior, é o que tem maior popularidade em todo o Brasil. 85% dos paranaenses aprovam a sua administração, o que o qualifica para ser um dos candidatos à sucessão presidencial.

Risco do ministro Dias Toffoli do STF anular a liquidação do Banco Master

Esta matéria foi publicada ontem pelo Estado de São Paulo, um dos maiores jornais do país, com fontes importantes do Poder Judiciário de Brasília. Acredita o Estadão que Dias Toffoli, ao promover o encontro de acareação, na próxima terça-feira, entre integrantes do governo de Brasília, do Banco Central e do Banco Master, pode anular um ato que se reverte de política e que pode ter resultado inesperado.

Ocultando o passado

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, pelo visto, esqueceu onde trabalhou e quem ele próprio ajudou a colocar no sistema. Dono de um perfil no mínimo esquisito, Isaac não merece o respeito e a admiração de ninguém.

Esqueceu de Bangu 8

Com um grande telhado de vidro, o banqueiro André Esteves tem certeza de que é o dono do Brasil. Seus ataques recentes a poderosos ministros do STF, através de jornalistas da Globo, revelam a sua ousadia, que lembra a de Daniel Dantas antes de sua queda. Controlador de um negócio regulado, Esteves esqueceu que suas ações são negociadas em Nova York, onde seu banco é apenas mais uma empresa média listada.

Esqueceu de Bangu 8 II

Com outros oligarcas de peso acompanhando de perto seus passos, Esteves entrou na alça da mira de gente muito poderosa. Suas aventuras no polêmico negócio das liquidações bancárias estão sendo analisadas com lupa. Suas transações com RPPSs, fundações e gente envolvida na Carbono Oculto também. Não é à toa que já tem investidor montando posições contra seu banco no mercado americano, onde a liquidez é bem maior.

Situação complicada

A situação da diretoria do Banco Central só piora. Após Gabriel Galípolo assumir a defesa dos atos de seu time, seu primeiro ato foi pedir mais prazo ao TCU no caso do Banco Master. Sem moral no STF, especialmente por seus vazamentos seletivos, Galípolo também não conseguiu barrar a acareação entre o ex-presidente do BRB, Daniel Vorcaro, e o diretor de fiscalização, o baiano Ailton Aquino.

Situação complicada II

Além do Master, a atuação da diretoria de fiscalização do Banco Central continua chamando atenção em outras instituições. Além do Banco Pleno, que continua sem fiscalização, o Digimais voltou aos jornais com uma polêmica envolvendo o empresário Roberto Campos Marinho, sócio da gestora Yards. Coincidência ou não, mais uma vez aparecem a ID Corretora, administradora dos fundos da Ambipar e do Digimais, e seu advogado, Ihury Darmont, que adquiriu diversos créditos duvidosos contra seus clientes na pessoa física.

Sugar Daddy

Após encontros reservados nos últimos dias, ficou evidente quem está bancando a candidatura de Flávio Bolsonaro. As movimentações têm causado desespero em Fernando Haddad e Gabriel Galípolo.

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