A ministra da Cultura, a baiana Margareth Menezes, é considerada em Brasília como uma cantora que se diverte e participa das festas de todos os eventos de Lula e Janja. Já chegou, inclusive, a fazer dupla com Janja cantando. Trabalhar que é bom, nem pensar. Viaja só para os eventos festivos e até agora não tem uma marca cultural na sua gestão. É a companheira preferida de Lula e Janja para cantar e dançar.
Oposição no Senado mostra as garras ao presidente Lula
A aprovação da recondução do procurador-geral da República, Paulo Gonet, para mais dois anos mostrou ao presidente Lula que o seu candidato ao posto do STF, o advogado-geral da União, Jorge Messias, não será aprovado. Afinal de contas, a aprovação de Gonet foi 45 a 26, quando, na verdade, o Senado tem 81 membros. A Casa quer o senador Rodrigo Pacheco, mas Lula somente agora acordou.
Agora são três candidatos
Lula mandou chamar o ministro do Tribunal de Contas da União, o baiano Bruno Dantas. Além dele, o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre. Acusou o golpe e já viu que não tem maioria nem no Senado, nem na Câmara.
Corrupção no Ministério da Cultura atinge ex-nora de Lula
A ex-nora do presidente Lula foi indiciada pela Polícia Federal como autora de fraude em licitação. O fato pegou de surpresa o Planalto no dia de ontem, já que Lula tem um irmão complicado e agora a ex-nora, ex-mulher de Lulinha. Está tudo na Polícia Federal. É ruim, hein?
Quando o outro ex-ministro será preso?
O que se falava ontem no Congresso Nacional era que Carlos Lupi, ex-ministro, é responsável pela nomeação do ex-presidente do INSS que foi preso ontem, do ex-ministro substituto e ele que é o principal responsável pelo roubo extraordinário contra pensionistas e aposentados da Previdência Social. Ocorre que Lupi já mandou avisar: não morre sozinho.
O Brasil quer aprovação do projeto de lei que pune os devedores de impostos corruptos
A proposta aguarda que o Congresso Nacional, através do seu plenário, aprove imediatamente lei que pune os devedores contumazes que não pagam o que devem à União. Ninguém sabe por que o Congresso ainda não aprovou.
Milei recebe governador de Santa Catarina
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, foi recebido pelo presidente da Argentina, Javier Milei. Milei informou ao governador que, com o apoio de Trump, pretende criar uma força militar que lidere a América do Sul. O dado curioso é que não se sabe se os dois falaram sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Milei é o queridinho de Donald Trump.
A maioria da população quer organização criminosa como terrorista
A mais nova pesquisa mostra que 73% dos brasileiros querem que as organizações criminosas que dominam o país sejam consideradas terroristas. Desejam a intervenção dos Estados Unidos no combate a essas organizações, já que as Forças de Segurança do Brasil não dão conta.
BR-101 na Bahia: a espinha dorsal que faz o Estado crescer
Depois de mais de dez anos sem investimentos consistentes, a BR-101 volta a receber obras estruturantes que recolocam a Bahia no mapa logístico do desenvolvimento nacional. Há estradas que ligam pontos no mapa; a BR-101 liga o agora ao futuro da Bahia. Do Extremo Sul, produtor de celulose e agroindústria, ao Baixo Sul do cacau e do turismo, do Recôncavo industrial ao Litoral Norte que se abre para Sergipe e o Nordeste, a 101 costura cadeias produtivas, cidades médias e portos/aeroportos, encurtando distâncias, tempo e custo logístico. Os três verbos que mais atraem investimento. Durante mais de dez anos, o trecho baiano da BR-101 conviveu com a estagnação: falta de manutenção, trechos críticos, erosões e insegurança. Agora, pela primeira vez em mais de uma década, as obras voltaram a avançar. Trechos entre Teodoro Sampaio, Conceição do Jacuípe e Alagoinhas, e entre Feira de Santana e Laje (Pedra do Cavalo) estão recebendo recuperação estrutural, drenagem e sinalização. O Novo PAC trouxe os recursos e, sobretudo, a vontade política de fazer a rodovia voltar a cumprir seu papel: integrar e desenvolver.
BR-101 na Bahia: a espinha dorsal que faz o Estado crescer II
No Extremo Sul, a travessia do rio Jequitinhonha, em Itapebi, simboliza essa nova fase. Recuperar a ponte antiga e erguer uma nova não é apenas engenharia, é reconstrução de confiança. É a mensagem concreta de que o Estado voltou a investir em infraestrutura essencial, após anos de promessas paradas no papel. A concessão BR-101 ES/BA, reestruturada em 2024, reforça esse novo ciclo com investimentos privados, redução de pedágios e obras de duplicação e capacidade no eixo sul. A combinação entre recursos públicos e privados marca uma virada histórica na política de transporte da Bahia, que volta a enxergar a rodovia não apenas como via de passagem, mas como instrumento de desenvolvimento regional. Por que isso importa para você? Porque logística não é abstrata: é o preço do seu gás de cozinha, o prazo da sua entrega, a vaga de trabalho no polo industrial, o turista que chega na alta estação. Cada quilômetro recuperado na BR-101 tira atrito da economia, baixa o Custo Bahia e cria ambiente de negócios estável. Depois de mais de uma década de espera, a Bahia reencontra na BR-101 o caminho da eficiência, da integração e da esperança. A mensagem é simples: a BR-101 é a espinha dorsal da integração baiana. Mantê-la viva, segura e eficiente é política de Estado, não de governo. Sigamos acelerando duplicações nos trechos críticos, entregando contornos, concluindo a nova ponte em Itapebi e consolidando a manutenção de rotina. Quando a 101 anda, a Bahia inteira avança.
Os méritos são para o jovem ministro dos Transportes, Renan Filho
Ao anunciar essa e outras obras rodoviárias para o país esta semana em São Paulo, o ministro dos Transportes, Renan Filho, revoluciona a área e se firma como um dos melhores quadros administrativos e políticos do país. Não é sem razão que vai bater um novo recorde, já que será governador do seu estado, Alagoas, pela terceira vez.
Os gastos excessivos de Janja estão merecendo um projeto de lei para tentar evitar esse escândalo
O partido Novo acaba de ingressar no Congresso Nacional com um projeto de lei que proíbe que a União pague viagens e gastos internacionais de Janja. Várias solicitações foram feitas ao Tribunal de Contas da União e à Procuradoria-Geral da República, mas não pararam os gastos de Janja, que, alheia a tudo e a todos, não está nem aí para as leis do país diante do prestígio que goza com o marido que é “cego” por ela e permite ela dançar, cantar e gastar o dinheiro público.