Novo Cordeiro do Alvorada

No centro da investigação dos navios apreendidos na última sexta-feira, o presidente do Senado passou a se comportar como um cordeirinho, atendendo ao seu novo patrão com gestos e ações acima das expectativas. Virou refém do Executivo.

Rei Roberto no Amapá

O patrocínio de um show de Roberto Carlos no Amapá deve custar caro aos políticos daquele estado, especialmente a um de grande projeção nacional. Uma delação em curso, repleta de provas contundentes, promete sacudir Brasília nas próximas semanas.

Massacrando os mineiros

Além de levar os ativos do Banco Rural, o carioca André Esteves, com a ajuda de Haddad e do FGC, deu o xeque-mate em Brasília para levar os ativos que ainda não comprou de outro banco também controlado por um mineiro.

FAB no desespero

Com o contingenciamento imposto por Lula e Haddad, a Força Aérea Brasileira luta para não perder o controle do espaço aéreo brasileiro. Com os quinquagenários caças F-5 no fim de vida, o Tenente-Brigadeiro Damasceno agora tenta recorrer a caças de segunda mão da Suécia para tapar o buraco, que só aumenta, da defesa nacional.

Baiano Cajado queimou o filme

O relator da PEC da Blindagem, agora intitulada “PEC da Bandidagem”, não pode mais circular livremente. Cláudio Cajado tem sido alvo de críticas por onde passa. O curioso é que ele chama atenção agora com vasta cabeleira e anda envergonhado.

Milhões de brasileiros foram às ruas do país pedindo o fim da “PEC da Bandidagem” e contra a Anistia. Salvador e Rio foram os destaques 

As maiores redes de TV do mundo divulgaram ontem as manifestações do Brasil contra a Anistia e contra a “PEC da Bandidagem”. Salvador e Rio de Janeiro foram os destaques, até porque na capital baiana a cantora e compositora Daniela Mercury comandou milhões de pessoas na Barra e revelou que é o maior quadro musical político da Bahia. No Rio, os baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil, além dos extraordinários Chico Buarque, Paulinho da Viola e outros, foram também destaques. O episódio, noticiado pelas maiores redes mundiais, sepulta de uma vez por todas qualquer projeto que queira anistiar ou perdoar quem atentou contra a democracia brasileira. O Brasil está de parabéns.

O MDB que tem votos está com a reeleição de Lula

Renan pai, Renan Filho, em Alagoas; Jader Barbalho pai, Jader Filho e Helder do Pará; Simone Tebet no Mato Grosso do Sul ou em São Paulo; Eduardo Braga no Amazonas. São esses os nomes de prestígio no MDB. Em São Paulo, o partido está diluído, já que conta com o prefeito, o presidente e o deputado federal Baleia Rossi e o veterano Michel Temer, já aposentado. Os três hoje não têm popularidade no estado bandeirante.

A simplicidade de Fachin

O ministro Edson Fachin, que vai tomar posse no dia 29 juntamente com seu vice, Alexandre de Moraes, foi a Roma sem ninguém saber e foi recebido pelo papa Leão XIV. O detalhe curioso é que ele dispensou qualquer ato festivo na sua posse e dá um exemplo, já que escolheu para o discurso a ministra Cármen Lúcia, o destaque feminino da Suprema Corte brasileira.

Tradição familiar de um deputado federal já foi eleito cinco vezes

O deputado federal João Carlos Bacelar Filho foi eleito cinco vezes e, por isso, se coloca no tabuleiro da sucessão estadual. O curioso é que a família foi também vitoriosa. O pai, João Carlos Bacelar, eleito várias vezes deputado estadual e deputado federal, e o tio Rui Bacelar igualmente chegou ao Senado, é por essa razão que Jonga, como é chamado, está pleiteando disputar a sucessão estadual pelo PL. 

Tirou a Febraban

Trabalho meticuloso de investigação de mais de três anos, patrocinado por Guga Lima (Banco Pleno e Consiglog), revelou as falcatruas dos grandes bancos na gestão do consignado na maior cidade do país.

Tirou a Febraban II

Até então supostamente gerido pela CIP, que reúne o oligopólio bancário brasileiro, o consignado de São Paulo sempre foi, na verdade, gerido pela Zetrasoft, recentemente adquirida pela Serasa. O rolo é tão grande que as empresas foram declaradas inidôneas pela Prefeitura de São Paulo, apesar das tentativas da CIP e do Serasa de tentarem habilitar outra empresa.

Tirou a Febraban III

O escândalo do consignado em São Paulo deve ter repercussão em todo o país, uma vez que a Zetra tem a gestão do consignado de centenas de municípios e dezenas de estados. A atuação da CIP no caso releva características de associação criminosa entre bancos e a Zetra na prestação de um serviço essencial e cujas operações rendem bilhões de reais aos grandes bancos.

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