Amanhã, um ato em defesa da soberania nacional em São Paulo

A OAB, o Instituto Vladimir Herzog, Prerrogativas, UNE, ABI, Comissão dos Direitos Humanos e outras entidades farão amanhã, no largo do São Francisco, um ato em defesa da soberania nacional. 

O neto do ditador que prendeu, interrogou, torturou e matou no Brasil trabalhou com Trump

Já não é mais segredo para os Estados Unidos que Paulo Figueiredo, neto do ditador João Batista Figueiredo, trabalhou com o presidente norte-americano em uma de suas empresas e, esta semana, foi visto saindo da Casa Branca acompanhado do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro. A descoberta causou repulsa entre os liberais norte-americanos, que jamais apoiaram as atrocidades praticadas pela ditadura militar no Brasil. O curioso é que ele e Eduardo Bolsonaro passaram a circular juntos e, por incrível que pareça, a dupla está ameaçando a democracia do Brasil.

Crise no Brasil e na Bahia

A manchete da Folha de São Paulo ontem preocupou o país: “Venda de carne bovina para os Estados Unidos cai 80% ante o tarifaço”. Essa manchete ontem da Folha de São Paulo teve repercussão nacional e internacional. Já na Bahia, um estado pobre, a crise é crucial. Lagosta, camarão e peixes não estão sendo exportados para os Estados Unidos. Igualmente, manga e uva da região do São Francisco. Os preços caíram porque os produtos são perecíveis. O crucial de tudo isso é que ainda tem brasileiro que quer a manutenção do tarifaço e só abre mão se o Congresso Nacional votar anistia para perdoar o ex-presidente Jair Bolsonaro e os seus seguidores, que conspiraram contra a democracia no país.

CNN e Bandeirantes estão com Trump e Bolsonaro

É visível que a CNN e a Bandeirantes apoiam Donald Trump e Jair Bolsonaro. Repercutem todas as reuniões dos grupos, embora nenhuma delas tenha validade. O detalhe curioso é que o concessionário da CNN é um dos homens mais ricos de Minas Gerais, enquanto na Band não se sabe a razão pela qual os seus proprietários não revelam por que apoiam Trump e Bolsonaro. 

Uma das maiores lendas do Judiciário do Brasil chama de “quislings” quem votou contra a maioria do STF

O ex-presidente do STF, ministro aposentado Celso de Mello, sacudiu Brasília ontem ao declarar a sua solidariedade com os ministros que votaram pela condenação dos que atentaram contra a democracia.

Os três traidores

Esse termo “quislings” vem de um primeiro-ministro da Noruega que, durante a ocupação nazista, traiu a todos e ficou com os alemães. Os três ministros referidos são Luiz Fux, Kassio Nunes Marques e André Mendonça. São os chamados ministros traidores. Dois foram nomeados por Jair Bolsonaro e um teve uma filha nomeada também por Jair Bolsonaro na área do Judiciário do Rio. 

Que lamentável 

Um grupo de senadores e deputados está querendo embarcar para os Estados Unidos a fim de manter contato com o empresário e alguns políticos norte-americanos. A dupla Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo está desaconselhando. Emitiram nota oficial dizendo que nada vai adiantar essa visita, até porque Trump só retirará o tarifaço se houver anistia ao ex-presidente Bolsonaro. Não são brasileiros. 

Agora o alvo é o Congresso Nacional e não mais o STF

O deputado Eduardo Bolsonaro, porta-voz da família, acaba de destacar que a única exigência do presidente dos Estados Unidos é que o Congresso Nacional aprove o perdão para o ex-presidente da República. O fato explodiu como uma bomba ontem em Brasília, já que Eduardo Bolsonaro tem sido o porta-voz do presidente norte-americano para o Brasil.

Dos 513 deputados, o bolsonarismo tem 60

A revelação foi feita ontem, quando os bolsonaristas se reuniram na Câmara Federal e afirmaram que têm 60 deputados que votam com o ex-presidente. Deles, a maioria é de policiais ou de coronéis e de generais da reserva do Exército. 

Eduardo explode outra bomba

O deputado federal Eduardo Bolsonaro revelou ontem que sabia da ação do presidente dos Estados Unidos antes de ser divulgada a tarifa. Com isso, não escondeu que muita gente ganhou milhões de dólares. 

Michelle Bolsonaro assume a liderança do PL

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, informou que hoje Michelle Bolsonaro é o nome mais expressivo do partido e, com isso, assume a liderança. Ela tem eleição garantida para o Senado em Brasília.

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