Sem data center

Mal assessorado e pessimamente influenciado, Lula afastou de vez investidores globais de data centers que pretendiam investir no Brasil. Na era da inteligência artificial, Lula está condenando o Brasil a continuar sendo um grande importador de serviços de processamento de dados, a maioria deles sensíveis e estratégicos para o país.

Surreal

O desgoverno tem marcado a gestão de Lula em seu quarto mandato. Em algumas autarquias importantes, como a CVM e o Banco Central, cargos importantes de diretoria continuam aguardando a indicação do presidente, que nunca sai. No Rio de Janeiro, pela primeira vez em toda a história, o estado é governado pelo Judiciário. Em Brasília, decisões consolidadas do parlamento são questionadas e suspensas pelo Judiciário. Não é à toa que a grande maioria dos brasileiros não aguenta mais Lula e Janja no poder.

Desespero

O governo Lula entrou definitivamente no modo desespero. Lançou no mesmo dia um projeto de segurança pública com pompa e circunstância e outro de forma absolutamente improvisada, sem conhecimento sequer da imprensa, zerando a “taxa das blusinhas”.

Segurança pública I

A proposta aborda quatro eixos sabidamente conhecidos e, nesse tempo todo, não resolvidos. O bizarro é dizer que os domínios territoriais, daqui para frente, serão devolvidos para a população. Depois de três anos e meio de governo, resolver nos seis meses que faltam é um chiste. Discurso eleitoreiro, hipócrita e incompetente.

Segurança pública II

Mas a piada maior é a liberação de R$ 1 bilhão do Tesouro Nacional e R$ 9 bilhões que os estados deveriam tomar “emprestados”. Lembra a história do saudoso Mané Garrincha para o técnico Feola na Copa de 58: “Já falaram com os russos?”. Os russos, claro, são os governadores.

Segurança pública III

Só para se ter uma ideia do ridículo dessa proposta, gasta-se anualmente no sistema penal, como um todo, mais de R$ 1 trilhão. Não é um governo, é uma bagunça generalizada, irresponsável e inconsequente.

Taxa das blusinhas

É incompreensível, depois de todos os argumentos apresentados com veemência pelo ex-ministro Fernando Haddad, o anúncio do zeramento da alíquota de uma forma improvisada e patética. A justificativa não era de defesa da indústria nacional? Os chineses mais uma vez agradecem.

União Europeia

Além da “bobeada” da diplomacia brasileira, salta aos olhos a incompetência do Ministério da Agricultura, especialmente da área de sanidade animal. Se as atitudes fossem outras, não correríamos o risco de perder mais de 2 bilhões de dólares na comercialização da carne brasileira, referência mundial, por essa inépcia do governo do PT.

Criador de Oásis I

Em um Brasil cada vez mais desigual, o homenageado do ano no tradicional jantar desta semana, em Nova York, da Câmara de Comércio Americana para o Brasil, é o maior criador de refúgios para multimilionários no Brasil. Com refúgios como o complexo Cidade Jardim e a Fazenda Boa Vista, José Auriemo Neto conseguiu manter em São Paulo centenas de privilegiados que ainda vivem no Brasil, apesar da violência recorde que assola o país.

Criador de Oásis II

Além dos ícones para moradia dos multimilionários, Auriemo Neto também revolucionou o setor da aviação executiva brasileira, com o primeiro aeroporto internacional exclusivo para donos de jatos e megajatos. Localizado em São Roque, a 20 minutos da Faria Lima, o aeroporto Catarina se transformou na porta de saída predileta para os multimilionários e, especialmente, para os bilionários brasileiros. Desde sua inauguração, há sete anos, a quantidade de hangares triplicou. Atualmente, o aeroporto possui cerca de 170 aeronaves hangaradas, muitas delas com valor superior a R$ 200 milhões.

Sem Novidades

Com o colapso do lado B da Faria Lima, a semana do Brasil em Nova York está reunindo, após um longo período, apenas o crème de la crème do mercado financeiro nacional. No campo político, muita gente recebida com tapete vermelho nos anos anteriores virou leproso. Teve político que foi desconvidado após a quinta fase da operação Compliance Zero.

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