A imprensa mundial só noticiou com destaque os desfiles das escolas de samba do Rio e de São Paulo. Ontem, no entanto, diante do envolvimento de Lula com a escola de samba de Niterói, boa parte dessa imprensa classificou Lula como pé-frio. Sofreu nova derrota, que terá repercussão nas eleições.
Reino Unido dá exemplo ao mundo, principalmente no Brasil
A prisão do ex-príncipe Andrew, do Reino Unido, sacudiu o mundo, já que ele é acusado de ter feito transações sexuais e comerciais com o tarado Jeffrey Epstein. Um exemplo, já que o próprio irmão, o rei do Reino Unido, foi quem determinou a prisão dele e, além do mais, tirou todos os títulos que ele possui.
Menos, prefeito!
O prefeito de Salvador chega ao absurdo de colocar mais do que o triplo da população soteropolitana como se toda ela participasse do carnaval. Revela ele que Salvador recebeu 15 milhões de turistas. Esse número não passou pelo aeroporto, muito menos pela estação rodoviária. Ocorre que o prefeito Bruno Reis, segundo os seus inimigos, tem interesses empresariais não só em eventos, como até em restaurantes na capital baiana. Por isso, infla o turismo na Bahia, mas revela erros absurdos triplicando o número de turistas, como se toda Salvador, que tem menos de 5 milhões de pessoas, saísse de casa para ir a três locais: os circuitos Barra-Ondina, Campo Grande e Pelourinho.
Augusto Lima participou oito vezes de reuniões no Banco Central
O noticiário acaba de informar que o ex-banqueiro baiano participou oito vezes de reuniões no Banco Central. O mais grave é que Guga tem como amigos Rui Costa, Jaques Wagner, João Roma, Antônio Rueda, Ciro Nogueira e a mulher — que além de amiga é sócia — Flávia Peres. Como se vê, é um homem que, se a PF chamar para depor, não sobra nada do PT da Bahia e até mesmo de alguns nomes do PT nacional.
A agressão de Lula e do PT a Temer enterra aliança
A representação na Sapucaí de Michel Temer como traidor fez com que o MDB enterrasse de uma só vez qualquer possibilidade de participar de uma chapa com Lula. O partido já decidiu que não fica com a reeleição do petista. São dissidentes: Renan Calheiros, em Alagoas, e Helder Barbalho, no Pará.
O Silêncio dos “Inocentes” I
Repercute no mundo político a omissão do ministro da Casa Civil Rui Costa, do senador Jaques Wagner e da família Alencar, sob diversas denúncias apresentadas nos meios de comunicação. A bagatela de R$ 15 milhões pela qual foi vendida a Cesta do Povo, e o decreto do governador Rui Costa que permitia os servidores comprometerem até 75% do seu contracheque em empréstimo consignado com juros exorbitantes usando o cartão Credcesta. Muitos desses empréstimos, inclusive, não foram solicitados pelos servidores, da mesma forma que os descontos da operação do INSS.
O Silêncio dos “Inocentes” II
Este blog volta a reafirmar que dois foram os fatores decisivos para que o escândalo do banco Master tomasse a dimensão que alcançou. O primeiro foi a operação criada na Bahia pelo empresário Augusto Lima, que ajudou a alçar outras operações financeiras, ganhando assim musculatura. O segundo fator importante foi o fechar de olhos do Poder Judiciário baiano, a exemplo de uma ação coletiva contra as diversas ilicitudes implementadas contra os servidores do estado pelo Credcesta, que foi julgada improcedente em favor do banco, dando condições de expansão.
BC liquida banco ligado ao PT baiano
Três meses após a liquidação do Banco Master e a prisão de Guga Lima, o Banco Central finalmente liquidou o Banco Pleno. A liquidação só ocorreu após revelações bombásticas envolvendo Guga Lima e o núcleo do PT baiano pela grande mídia e por este blog, que sempre deu em primeira mão os fatos que ocorriam nos bastidores do Credcesta.
BC demorou
Após tentar salvar o banco de Guga Lima da liquidação do Master, Galípolo e Haddad foram forçados pelo mercado financeiro e pela grande mídia a liquidar o Banco Pleno. No entanto, a decisão final sobre a liquidação partiu mesmo do gabinete do presidente Lula, após ter sido orientado por Sidônio a abandonar aliados do PT na Bahia para salvar sua pele. O episódio revela que a autonomia do Banco Central na gestão de Galípolo só existe no papel. Com a liquidação, Lula e Sidônio irão retomar a narrativa de que este governo combate a corrupção no andar de cima, no caso, a base financeira do PT da Bahia.
E o servidor baiano?
Mesmo com Guga Lima preso e afastado da presidência de seu banco há três meses, o governador baiano Jerônimo Rodrigues manteve a polêmica exclusividade na operação do cartão benefício para os mais de 350.000 servidores baianos para o Credcesta. Com a liquidação do Pleno, milhares de servidores baianos, que só tinham uma opção de cartão, agora não têm nenhuma.
E o servidor baiano? II
Se os servidores baianos já sofriam antes com o atendimento do Credcesta, fica difícil imaginar como ficará o atendimento a partir de hoje com a liquidação do banco Pleno de Guga Lima, que irá ocorrer. Mesmo sindicalistas ligados ao PT baiano estão revoltados e preocupados com a situação, que tem tudo para comprometer a reeleição de Jerônimo Rodrigues em outubro.
Esteves x Shell
O banqueiro tijucano André Esteves luta contra o tempo para não ser diluído na Raízen, empresa que controla junto com o bilionário Rubens Ometto e com a multinacional holandesa do petróleo Shell. Atolada em dívidas, a saída para a Raízen é uma multibilionária injeção de capital ou uma inevitável recuperação judicial. Em uma manobra para diluir ainda mais Ometto, Esteves propôs aos holandeses da Shell uma cisão. Como a operação demoraria muito, Esteves e Ometto foram intimados pela Shell a aportar ou serem diluídos no negócio.