Ontem, o presidente Donald Trump atestou que é hoje o líder mundial de maior projeção. Movimentou a bolsa, a bola, enfim, o mundo. Ao falar na Venezuela, sequer tocou no nome do Velhinho, como todos estão chamando agora Lula, diante das suas derrapagens nacionais e internacionais.
A trajetória do milionário banqueiro baiano volta à tona, já que a PF e o STF estão atrás dele
A trajetória do milionário banqueiro baiano Augusto Lima volta à tona, já que ele e a mulher, Flávia Peres, são sócios do governo da Bahia no Instituto presidido por Flávia. Ele vai voltar a depor na próxima semana na Polícia Federal e tem muito o que contar, afinal de contas, surgiu na Bahia quando comprou a antiga Cesta do Povo, no governo Rui Costa, de quem ele ficou amigo. Também ficou amigo do senador Jaques Wagner. Diante de todos esses problemas, a qualquer momento Wagner e Rui podem ser chamados, inclusive agora com o governador Jerônimo Reis, já que os três nomes estão nas ações do STF e da Polícia Federal.
Sidônio Palmeira, marqueteiro de Lula, é um dos empresários mais ricos da Bahia
Em Brasília, ontem, o assunto era Sidônio Palmeira, o marqueteiro de Lula. Na Bahia, ele é um dos empresários mais bem-sucedidos, pois atua em várias áreas e tem sócios poderosos. O seu salário no governo é apenas uma gorjeta, já que ele é um homem e empresário bilionário.
Bolsonaro dirá a Tarcísio que a reeleição dele ao governo de São Paulo será importante para o grupo bolsonarista
Assim que receber o governador de São Paulo, o ex-presidente dirá a Tarcísio que ele tem que se reeleger governador para que, assim, possa reconduzir bolsonaristas, tanto no Senado quanto na Câmara Federal, à vitória.
Lula convoca a velharia do PT para tentar salvá-lo
O presidente Lula quer que a ex-governadora Fátima Bezerra do Rio Grande do Norte seja candidata ao Senado, que a ministra Gleisi Hoffmann seja também pelo Paraná, e Fernando Haddad por São Paulo. Os três não têm votos para uma eleição tranquila em seus estados.
Leitura equivocada
Enquanto alguns tentam vender a Bahia como exemplo porque quatro cursos de Medicina tiraram nota máxima, a leitura correta é outra: só 4 entre 26 chegaram ao topo — apenas 15% foram realmente bem avaliados. O dado relevante não é o brilho de poucos, mas o tamanho do problema. E ver a Faculdade de Medicina da UFBA perdendo protagonismo e descendo de patamar é, no mínimo, uma lástima.
Trump não brinca em serviço
O ano mal começou e Donald Trump já depôs o ditador venezuelano e iniciou uma movimentação estratégica incrível na América Latina. Na semana, cargueiros C-17 norte-americanos foram deslocados para o Paraguai com tropas e equipamentos. Além de treinar os paraguaios, a intenção dos Estados Unidos é enfraquecer uma conhecida facção criminosa que atua na região e é protegida pelo PT e seus aliados.
Fora de Davos
Mais uma vez, o Brasil está dando vexame em Davos. Sem ter o que mostrar para os investidores internacionais, o governo Lula 3 mais uma vez tem uma presença tímida no evento. Para compensar esta ausência, o oligarca carioca André Esteves tenta realizar eventos para pelo menos manter os grandes investidores que já investem no Brasil. Que vergonha para um país que já foi destaque em Davos.
Escolas de Medicina: diagnóstico fechado, paciente em estado crítico
O diagnóstico já foi feito: 12 dos 26 cursos de Medicina avaliados na Bahia receberam conceito 2 no Enamed, sinal de formação inadequada. A situação do paciente é crítica e exige ação imediata. Falta agora saber se o MEC aplicará remédios — supervisão, sanções e correções — ou se ficará apenas observando a doença avançar, sem proteger alunos e população.
Leitura equivocada
Enquanto alguns tentam vender a Bahia como exemplo porque quatro cursos de Medicina tiraram nota máxima, a leitura correta é outra: só 4 entre 26 chegaram ao topo — apenas 15% foram realmente bem avaliados. O dado relevante não é o brilho de poucos, mas o tamanho do problema. E ver a Faculdade de Medicina da UFBA perdendo protagonismo e descendo de patamar é, no mínimo, uma lástima.
Boi de piranha
De saída do Ministério da Fazenda, Fernando Haddad foi escalado por Lula e Sidônio para tentar manter a pouca credibilidade que restou ao Banco Central após o escândalo do Credcesta/Master.
Atacando a CVM
Como não entende nada do funcionamento dos fundos de investimentos e foi derrotado por Alcolumbre na CVM, Fernando Haddad tenta migrar a fiscalização dos fundos para o Banco Central. Só se esqueceu que a atual estrutura do Banco Central não tem condições de fiscalizar nem os cerca de cento e cinquenta conglomerados financeiros que já estão sob sua supervisão. Para piorar, Haddad não sabia que o próprio Banco Central já fiscaliza as corretoras que administram todos os fundos, especialmente os envolvidos na Compliance Zero e Carbono Oculto.