O presidente Lula pediu ajuda ao ex-presidente do Congresso Nacional, o senador Rodrigo Pacheco, porque quer que ele seja candidato ao governo de Minas Gerais. Pacheco atendeu.
Tasso lança Ciro para que assuma o Ceará
Coube ao ex-governador e ex-senador do Ceará, Tasso Jereissati, trazer de volta à política o seu pupilo Ciro Gomes. Ciro lidera as pesquisas e está fazendo a composição com os principais partidos do estado. O ideal dele é derrotar Lula em um dos meus maiores redutos no Nordeste.
Em Pernambuco, o PT quer aleijar o líder das pesquisas
No estado de Pernambuco, o atual prefeito reeleito de Recife, que também é candidato à sucessão governamental, João Campos, pode ser trocado por Raquel Lyra, que acaba de ingressar no PSD. Um dado curioso é que defendem Raquel Lyra os principais líderes, como Humberto Costa e até o presidente Lula.
Simone Tebet é a favorita em São Paulo
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, tem ganho nas pesquisas para ser a senadora mais votada do estado. O PT não quer. Ocorre que Simone pode ingressar no PSB, de Geraldo Alckmin, que não aceita mais voltar ao governo de São Paulo. A sul-mato-grossense continua em destaque na pauliceia. É a política feminina de maior prestígio.
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi serão os dois destaques na próxima Copa do Mundo
Os norte-americanos acreditam que na próxima Copa do Mundo os dois maiores destaques serão o português Cristiano Ronaldo e o argentino Lionel Messi. O curioso é que Mbappé, da França, surge como um terceiro nome, enquanto Haaland é o quarto.
Torcida do Real vaia Vini Jr.
No último jogo, o atacante brasileiro voltou a ser vaiado. Os principais órgãos de imprensa esportiva da Espanha acham que Vini Jr. deve ser vendido para um time de outro país. Na Espanha, quando ele entra em campo, sai vaiado.
O Pix saiu do ar em todo o Brasil
Tem algo de errado. Pela primeira vez, pessoas ficaram sem conseguir operar via Pix. A internet pifou ontem em todo o Brasil e o Pix saiu do ar. Pirou geral.
Otto levou o candidato de Lula ao STF para a Bahia
Sigilosamente, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, o senador do PSD da Bahia Otto Alencar, levou o ministro da AGU, Jorge Messias, candidato de Lula ao STF, para um jantar na Bahia, precisamente na Praia do Forte. Com isso, o senador baiano não esconde as suas preferências e a sua amizade com o presidente Lula.
Otto aplaude, Alcolumbre é contra
O presidente do Congresso Nacional, o senador Davi Alcolumbre, declarou que não vai votar nenhuma CPI do Master, muito menos contra o Judiciário. Prioritariamente, vai votar o projeto da dosimetria e da anistia. Otto Alencar é contra esses dois últimos.
Da Faria Lima para JK
Mesmo antes da liquidação da Reag, muitos fundos que nasceram na corretora de Mansur migraram sua administração para uma desconhecida corretora, a ID Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (ID CTVM). Segundo informações obtidas no site da própria corretora, ela é controlada por uma holding, a Bekoach, que tem como controladora outra empresa, a GSM. A GSM tem como sócios os sócios do Banco Master. A propósito, o atual CEO da ID CTVM, Rodrigo Balassiano, foi executivo da corretora do Banco Master. Seu antecessor, Paulo Machado, era o head de câmbio do Master até a liquidação extrajudicial de novembro passado.
Da Faria Lima para JK II
Como não existem coincidências, a ID CTVM aumentou seu faturamento substancialmente nos últimos meses com o colapso da Reag na Operação Carbono Oculto. Com a liquidação da Reag na semana passada, a ID CTVM está cobrando ainda mais caro para migrar os fundos que estavam lá. Segundo nota explicativa do balanço da ID CTVM referente a 2024, a ID CTVM foi autuada pelo Banco Central por remeter para sua controladora, a Bekoach, mais de duas vezes o seu capital via mútuo. A operação criminosa foi desfeita, mas os diretores que a fizeram, inclusive o presidente, permaneceram à frente do negócio.
O Banco Central sabia?
Objeto de processos que tramitaram e chegaram até o colegiado da CVM, o Banco Central já tinha conhecimento há pelo menos cinco anos de operações que utilizavam fundos de fundos de investimentos para aumentar o capital de instituições financeiras, especialmente bancos médios. De lá para cá, o Banco Central homologou diversos aumentos de capital de instituições financeiras, mesmo sabendo da origem dos recursos.