Alcolumbre versus Otto Alencar

No Senado, a guerra começou. O presidente do Congresso Nacional, David Alcolumbre, não tem pressa na sabatina do indicado de Lula para o STF. O baiano Jorge Messias, afilhado do senador Jaques Wagner, é o preferido do presidente Lula, que já mandou a mensagem. Ocorre que Davi Alcolumbre não tem a menor pressa porque irrita o senador baiano Otto Alencar, presidente da Comissão de Constituição e Justiça. A briga é boa. 

Em Alagoas, Teotônio Vilela ressurge

O presidente do PSDB de Alagoas, Teotônio Vilela, conseguiu levar à agremiação três integrantes do MDB: o atual prefeito, a mãe e a esposa. Eles queriam o PL, mas Arthur Lira foi mais rápido. Com isso, só restou a esta família ingressar no PSDB de Teotônio Vilela. Tudo isso complica a situação de Renan Calheiros Filho, que é candidato ao governo do estado, e do pai, que é candidato ao Senado. Dificilmente a dupla será reeleita.

Morto-vivo

O BRB ainda não entregou o balanço de 2025. O prazo venceu na última terça-feira, 31 de março. Nos bastidores do GDF, já se considera aceitar a liquidação extrajudicial do banco — opção melhor do que capitalizar o banco com bilhões de dinheiro público que o GDF deveria destinar à saúde e educação e que ele não tem. 

BACEN 100% político 

Está na mesa do presidente do Banco Central para assinatura a liquidação de mais um banco. Galípolo só não concretizou o ato pois aguarda definições importantes de alianças regionais entre políticos ligados ao banco e o PT, partido ao qual se subordina. Como diria o velho ditado, “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Apesar de ter deixado a Fazenda, Haddad ainda manda no menino. 

Morto-vivo

O BRB ainda não entregou o balanço de 2025. O prazo venceu na última terça-feira, 31 de março. Nos bastidores do GDF, já se considera aceitar a liquidação extrajudicial do banco. Opção melhor do que capitalizar o banco com bilhões de dinheiro público que o GDF deveria destinar à saúde e educação e que ele não tem. 

Cuspindo no prato

Mesmo com a delação em curso do banqueiro mineiro, o banqueiro tijucano decidiu jogar pedras para o alto e bumerangues. Só esqueceu que seu banco foi o segundo maior distribuidor de papéis do banco finado e que seu time de special sits comprou bilhões de ativos do tamborete com preços especiais e cláusulas de earn-out.

Rui Costa não tem pena nem do “companheiro” baiano

Não é sem razão que o baiano Rui Costa, que é ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, era o ministro mais odiado na Esplanada dos Ministérios, não só pela classe política como também por seus companheiros. Na última reunião, ele teve coragem de responsabilizar o “companheiro” baiano Sidônio Palmeira pelo fracasso do presidente Lula e, o mais grave, frente a frente com Sidônio. Este foi claro: “não faço milagres”. O que Rui não entende é que Lula é responsável pela sua queda diária nas pesquisas eleitorais, mesmo as pagas pelo governo e por Sidônio. Mas o PT é assim, ninguém assume os prejuízos. Como agora os loucos são poucos, colocaram Sidônio como o responsável pelo fracasso de Lula.

Depois do União Brasil, MDB e outras agremiações, Pacheco foi para o PSB, mas vai perder a sucessão em Minas Gerais

José Maria Alckmin dizia que Minas Gerais é que elege o presidente da República. Quem vence lá, vence nos demais estados do país. Com ele concordaram nomes expressivos na política mineira como Gustavo Capanema, Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves, verdadeiros mestres da política brasileira. Como será que Rodrigo Pacheco, que não tem nenhum talento político, vai se eleger governador de Minas quando as pesquisas apontam que o senador Cleitinho e o deputado federal Nikolas Ferreira são os dois jovens políticos mineiros que estão assombrando o país?

PL está em crise nacional

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, já não é mais unanimidade na agremiação partidária. Em vários estados, está sendo acusado de não cumprir os compromissos e, além do mais, não honrar as promessas que faz para as campanhas. Só tem uma preocupação: Michelle Bolsonaro, que é a estrela do partido. Com isso, ele está perdendo vários parlamentares e, até o final da semana, deve perder outros. Mente sem a menor cerimônia.

Da turma de Lula que vai sair, nenhum ministro tem eleição ou reeleição garantida

No PT, Lula não tem nenhum dos seus ministros com eleição ou reeleição garantida. São todos frágeis, e está aí o porquê de ele estar se valendo do PSB para fazer alianças e não ser surpreendido. Até mesmo o MDB não quer apoiá-lo. 

MDB não tem voto 

Só em São Paulo, com o prefeito, é que o MDB tem voto. Fora de lá, em Alagoas, o atual prefeito de Maceió tem voto próprio e não é partidário. Já Renan pai e Renan Filho, que apoiam Lula, não têm reeleições garantidas. No Pará, o senador Jader Barbalho também tem os dois filhos sem reeleição garantida: um para o Senado e o outro para a Câmara Federal. No resto do país, o MDB só serve para aumentar o tempo de televisão.

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