O passado condena

O complicador nesse caso é a ficha suja do chefe máximo da Igreja evangélica, o pastor e ex-deputado federal Josué Bengtson, tio de Damares e o responsável pela entrada da sobrinha nos gabinetes de Brasília. Em 2018, ele foi condenado à perda do mandato e dos direitos políticos por enriquecimento ilícito no esquema conhecido como “máfia das ambulâncias”. Além de ter os direitos políticos suspensos, Josué Bengtson foi multado em R$ 150 mil. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o pastor Bengtson direcionava verbas para municípios, onde as licitações eram fraudadas e o dinheiro era escondido.

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