Na mosca: Bolsonaro continua despencando nas pesquisas

A mais nova pesquisa do IPeC, que substitui o Ibope, indica que a reprovação de Bolsonaro é muito maior do que a sua aprovação. Ele tem 61% de reprovação e 36% de aprovação. A pesquisa foi feita pelo IPeC que é o novo substituto do Ibope. O fato revela uma notícia que este blog tem dado sempre: quanto mais morre gente da Covid mais cresce a reprovação contra ele. 

Por que?

A OMS classifica o Brasil afirmando que o nosso país vive uma tragédia com a Covid. Em seguida, Rafael Greca, prefeito de Curitiba, um dos nomes mais respeitados na política, afirma: “Não matarás é a lei de Deus”, referente a Bolsonaro. “Bolsonaro comete um crime de responsabilidade ao mandar milhares de pessoas à morte”. Tasso Jereissati, um dos senadores mais respeitados da República, juntou-se aos cientistas de todo mundo e do Brasil contra a família Bolsonaro, mas no final de semana, em meio a essa pandemia assassina, um dos filhos de Bolsonaro, Flávio, afirmou: “Isolamento não é necessário”. Com uma família como essa, Bolsonaro não precisa de adversários. A tese de CPI e impeachment dele está no Congresso Nacional a partir desta segunda-feira. Não tem nenhum Centrão que segure a revolta popular contra o presidente da República. 

Brasília assustada com os ataques de Bolsonaro ao lockdown do seu governador

Enquanto o governador de Brasília Ibaneis Rocha decretou lockdown a partir de hoje, Bolsonaro o atacou no final de semana. Brasília quer salvar vidas, afirmam seus moradores que a loucura de Bolsonaro é matar gente. 

Negacionismo até o último suspiro

O extremo sul da Bahia continua sendo a região mais afetada pela pandemia e, também, a mais refratária às recomendações e deliberações médicas do governo do estado para a tomada de medidas de combate ao avanço da COVID-19 no estado. Prefeitos de Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Itamaraju, Caravelas dentre outros não aceitam qualquer ingerência das autoridades estaduais de saúde, preferindo não descer do palanque. Resultado macabro: uma taxa de mortalidade local 45% maior do que em outras regiões. Teimosos e irresponsáveis perdem de goleada a guerra contra a COVID-19. Pior para a população.

É isso mesmo, produção?

Decidiu o ministro do STF, Gilmar Mendes, que Rafael Alves, o operador do “QG da propina” de Marcelo Crivella saísse da prisão preventiva para a domiciliar, usando tornozeleira. Rafael é acusado de firmar contratos entre empresários e a prefeitura carioca, recebendo e repassando cheques para o irmão, o então presidente da RIOTUR, Marcelo Alves. O excelentíssimo ministro da mais alta corte do país entendeu que não há mais necessidade de encarceramento de Rafael, pois com fim do mandato de Crivella, acusado por corrupção, a lavagem de dinheiro e organização criminosa não teria mais influência na gestão municipal. Ou seja, o Supremo Tribunal Federal inaugura a desincompatibilização de criminosos.

Sertão energético

Na região de Espinosa, extremo norte de Minas Gerais e divisa com a Bahia, o sol e os ventos têm trazido grande prosperidade. Com bilhões de investimentos em parques eólicos e usinas solares em curso, o preço da terra disparou. Propriedades que não valiam nada estão sendo arrendadas por até R$1.000,00/mês o hectare para usinas solares e por um valor médio de R$2.000,00/mês por torre eólica.

Sertão energético II

O setor de micro usinas de geração solar e eólica poderia erradicar, em menos de uma década, grande parte da extrema pobreza no norte de Minas e regiões pobres da Bahia. A derrubada pelo Presidente Jair Bolsonaro do lobby das distribuidoras de energia, que queriam cobrar ainda mais pelo uso de suas redes, e os incentivos aprovados pelo governo mineiro que estendeu a isenção de ICMS à geração eólica e biomassa, estão levando bilhões de reais de investimentos e renda para regiões que dependiam do Bolsa Família.

Calados, encolhidos e mortos

O sistema presidencialista brasileiro chega muito perto da monarquia absoluta, onde o poder do soberano é total, imutável e definitivo. Essa é a leitura que pode ser feita nos dias pandêmicos de hoje, com relação às diatribes, vontades e ordens do presidente Jair Messias Bolsonaro. Seguido por uma legião de vassalos aos gritos de Mito, age e diz o que quer, indiferente ao temor de sua população com o avanço cruel da pandemia. Considera-se “imbrochável”. Enquanto isso, poderes constitucionais, portanto legais e reconhecidos pelos brasileiros, calam-se – ou esperneiam timidamente – deixando fluir a insensatez do negacionismo presidencial. 

Calados, encolhidos e mortos II

Todas as semanas, o país assiste aos passeios presidenciais com aglomerações, aos discursos de negação à doença e ao uso de máscaras, repetindo a pregação de beberagens milagrosas e outras provocações. O presidente que “tem a caneta na mão” prorroga a decisão da aquisição de vacinas salvadoras para seu povo. Em resposta ao país desunido e calado, a Covid mata, em média, 10.000 brasileiros a cada semana.

Vai explodir um escândalo envolvendo o governo Paulo Souto com dois empreiteiros

Dois dos maiores empreiteiros baianos, que ganharam um volume de obras muito grande no governo Paulo Souto, entraram na alça de mira do Ministério Público. O episódio envolve até familiares. O curioso é que um dos empreiteiros continua em ação na prefeitura de Salvador e no governo do estado, principalmente no setor da saúde.

Depois da Petrobras agora é o BB que provoca rebuliço nacional e internacional

Ontem, o presidente do Banco do Brasil, André Brandão, que Bolsonaro ameaçava sempre demitir, se antecipou e pegou o capitão de surpresa entregando sua demissão. O mercado vai se agitar na próxima segunda-feira e pode acontecer o mesmo que a Petrobras: a empresa deu lucro fabuloso no trimestre e o mesmo vai acontecer com o Banco do Brasil. Bolsonaro perde os melhores técnicos e deve colocar mais um general do Exército de pijama no Banco do Brasil.

Paulo Guedes “O bobo da corte”

É com esse título que a revista Crusoé, a mais importante revista digital do país, mostra como o ministro da Economia, Paulo Guedes, está sendo enganado pelo presidente Jair Bolsonaro e perde credibilidade e confiança junto a investidores brasileiros e estrangeiros. Vale ler a revista. E ontem Guedes levou mais um susto com o presidente do Banco do Brasil pedindo demissão.

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