Ação e reação

O ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson, iniciou a semana com “sangue nos olhos”… e isso é perigoso, haja vista o alto poder de combustão das suas falas e ações que acabam conseguindo generosos espaços nos veículos de comunicação. Jefferson, que em um pouco mais de um mês desancou moralmente ministros do STF com adjetivos, comentários e apelidos de conotação sexual, prepara a resposta na medida para seus mais novos desafetos na Bahia, prefeito ACM Neto e ex-presidente estadual do seu PTB, Benito Gama. Vem chumbo grosso por aí. O ditado popular “um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não sair” foi feito sob medida para Jefferson. O mundo político sabe disso, é só lembrar o auê do mensalão que teve o pontapé inicial dos pés dele.

Régua e compasso

Engana-se quem pensa que Rui Costa está dando mole nas tratativas políticas para a disputa da cadeira de prefeito de Salvador agora em novembro. O governador baiano teve mesa, mapa regional eleitoral e contatos presenciais com todas as lideranças políticas do estado da Bahia durante os quatro anos em que comandou a Serin – Secretaria de Relações Institucionais – do governo Jaques Wagner. Em resumo, tratando-se de matéria Política, Rui tem todos os predicados necessários: calculista, meticuloso, incansável e frio, como convém. Dizem, os que sabem das coisas, que se fosse maneiroso como o senador Wagner seria imbatível agora e sempre na política baiana.

Até na área do funcionalismo público o Nordeste sofre na desigualdade social

A Receita Federal acaba de divulgar dados do imposto de renda, pessoa física, no Brasil. É gritante a desigualdade de rendimento do servidor público no país. Brasília tem o servidor com maior ganho e, com isso, o mais rico do país. Não é sem razão, porque no Distrito Federal reina a corrupção. 

O Nordeste ocupa o último lugar

Os maiores contrastes estão no Nordeste. Em Brasília, funcionário em média tem 2.981, São Paulo tem 1.977, Rio tem 1.721, Rio Grande do Sul tem 1.575 e Santa Catarina tem 1.473. Dos nove estados nordestinos, Bahia, Paraíba, Ceará, Alagoas, Piauí e Maranhão têm os funcionários públicos mais pobres.

Queda de braço

A disputa eleitoral em São Paulo não está restrita ao município, muito pelo contrário. O governador Dória e o presidente Bolsonaro travam um duelo de força e prestígio para emplacar seus candidatos Bruno Covas e Celso Russomanno, respectivamente. Estrategistas políticos do Planalto acordaram o presidente para a ameaça de vitória da frente chamada União do Centro Democrático, incensando a opção Dória presidente. Bolsonaro acordou e já está “pilhado” contra essa possibilidade.

Lavanderias nos holofotes

As ações dos maiores bancos internacionais despencaram ontem, após a notícia publicada pelo Consórcio de Jornalistas Investigativos de que, mesmo com regras mais rígidas de prevenção e combate à lavagem de dinheiro impostas pelos reguladores, eles realizaram mais de 2 trilhões de dólares em operações suspeitas entre 1999 e 2017, segundo documentos tornados públicos pelo governo norte-americano.

Lavanderias nos holofotes II

Deutsche Bank, JP Morgan e HSBC foram apontados pela reportagem como as maiores facilitadores de transações com recursos suspeitos entre 1999 e 2017. No Brasil, o HSBC foi alvo de uma comissão parlamentar de inquérito sobre o tema em 2015. Na época, o banco era presidido por André Brandão, que foi anunciado recentemente como novo presidente do Banco do Brasil.

As alegrias do futebol brasileiro caminham mal

A pandemia está sendo cruel com os melhores clubes do país ou os mais populares. No Rio, a religião chamada Flamengo entristece o Brasil com a saída do técnico Jorge Jesus. O Mengão despenca. Em São Paulo, o clube das multidões, o Corinthians, capenga. O seu eterno presidente anunciou que vai renunciar em definitivo. Na Bahia, o clube de maior tradição e que alegra o estado, o Bahia, está mal das pernas. Se espera a saída do seu presidente Guilherme Belintani. Quando o povo não tem alegria é cruel, principalmente com os desmandos que se verificam hoje no Brasil. 

O declínio de ACM revigora a política da Bahia

Nunca a Bahia teve tantos candidatos para as prefeituras municipais e vereadores. O velho ACM “escalava” os candidatos a vereadores e prefeitos, tanto no interior como em Salvador. Com seu fracasso eleitoral, principalmente quando foi derrotado por Jaques Wagner, hoje, tem candidato sobrando nas eleições baianas. ACM não conseguiu fazer o sucessor. Os votos hoje estão com Rui Costa, Jaques Wagner, Otto Alencar, João Leão e na capital, ACM Neto, com restrições. 

Moradores das encostas da Vitória estão preocupados com a segurança da área

Agora, são alguns moradores do Corredor da Vitória que estão solicitando à Capitania dos Portos uma fiscalização rigorosa nos píeres já existentes, já que, com a chuva, tem se verificado alguns deslizamentos de terra. O píeres existentes estão mal conservados e estão anunciando a construção de mais três. A prefeitura de Salvador continua alheia a tudo.

Crivella vence a Globo e vai para reeleição

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, comentou no último final de semana a vitória que teve na Câmara Municipal do Rio. Afinal, nem a Globo, nem o seu candidato Eduardo Paes, do DEM, conseguiram o impeachment do atual prefeito. Ele agora vai com força para reeleição contando com apoio espiritual e financeiro do bispo Edir Macedo da Igreja Universal.

Em São Paulo três nomes disputam o segundo turno

O atual prefeito Bruno Covas, Celso Russomanno que lidera as pesquisas, e na esquerda Guilherme Boulos do PSOL. É desse trio que vai sair o nome do prefeito da mais importante capital do país. Celso Russomanno, se tiver o apoio do presidente Bolsonaro, pode ganhar. Vai ser a eleição mais disputada do país. 

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