Redes sociais pressionam presidente do Congresso Nacional

Todos os telefones do presidente do Senado Davi Alcolumbre estão nas redes sociais para que a população pressione ele. Várias solicitações de CPIs estão engavetadas pelo presidente do Congresso Nacional. A quem recorre às redes sociais, estão dando todos os telefones dele. É uma situação constrangedora.

Presidente quer que Moro decida

Em mais uma prova de respeito e admiração ao seu ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, o presidente Jair Bolsonaro quer que ele avalize a recente e absurda decisão da Câmara dos Deputados sobre abuso de autoridade. Moro vai avalizar os prejuízos para juízes e o presidente da República determinará quais são os prejuízos para a sociedade brasileira.

Maluf vai voltar para a cadeia

Não eram verdadeiros os laudos médicos que o advogado de Paulo Maluf exibiu à Justiça para que ele saísse do regime fechado e fosse para prisão domiciliar na sua rica mansão no Jardins em São Paulo. A PGR solicitou à justiça a volta de Maluf para a Papuda. O advogado Kakay está bolando uma nova desculpa para driblar a Justiça. Paulo Maluf, se houvesse justiça no Brasil, ficaria encarcerado há algum tempo.

ESPN demite profissionais com colorações políticas

A ESPN demitiu todos os profissionais que, em vez de esporte, ficavam promovendo manifestações políticas. Um dos atingidos foi Juca Kfouri que foi a Curitiba fazer uma entrevista com o ex-presidente Lula. O que o esporte tem com a política? 

O isentão

Com poucos resultados de seu governo para mostrar até agora, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que foi eleito com uma margem apertada, agora tenta se posicionar no modo neutro do espectro político. Eleito como um candidato de direita conservadora,  a verdade é que Doria muda de cores mais rápido do que um camaleão. Nas redes sociais, o governador do estado mais rico do país já é tratado e conhecido como o isentão. Com este perfil, dificilmente Doria chegará um dia ao Palácio do Planalto. Antes disso, o aprendiz de político João Doria deverá ser demitido nas urnas, pelo voto democrático dos eleitores.

A justiça não é aqui

Empresas e bancos como Itaú, Bradesco e BTG, que foram citados na delação de Antonio Palocci e possuem ações negociadas na Bolsa de Nova York pagarão grande parte dos seus delitos fora do país. Acionistas minoritários destas companhias e bancos já se mobilizam e já acionaram grandes escritórios norte-americanos para moverem ações coletivas contra as companhias, bancos e seus controladores e executivos. As ações deverão render acordos multi bilionários, similar ao que ocorreu no caso da Petrobras, que foi obrigada a desembolsar bilhões de dólares para encerrar processos parecidos movidos por acionistas minoritários no exterior. 

Os negócios de Meirelles

A carreira brilhante do ex-ministro e atual secretário da fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, não lhe garantiu um bom resultado na eleição presidencial como todos sabem. Sua péssima dicção e fisionomia espantaram eleitores mais simples, que representam a maioria do eleitorado, e que não entendem o que ele fala. O que pouca gente conhece, são os negócios do empresário Meireles. Junto com João Doria e seu grupo empresarial, Meirelles decidiu apostar pesado no ramo do abastecimento. Com recursos próprios e de um fundo mágico a que ele tem acesso, Meirelles se esqueceu que possui vários conflitos pela posição que ocupa.

“Vamos invadir o Complexo do Alemão”

Este era o grito de guerra que um pelotão do exército, realizando exercício ontem na ladeira da Barra em Salvador, entoava. Com uma das classes políticas mais corruptas do Brasil, Sérgio Cabral, Luiz Pezão, Eduardo Cunha, Moreira Franco, Jorge Picciani, Eduardo Paes, e outros, e uma esquerda burra que em nada ajuda o estado só faz xingar, o Rio não merece essa gente. Uma campanha comandada pelo Grupo Globo contra o governo de Wilson Witzel repercute interna e internacionalmente e com isso a violência do Rio espanta turistas de outros estados e do exterior. Pobre Rio de Janeiro. Pobre povo carioca que merece respeito e admiração. 

A Susep desafia o presidente Jair Bolsonaro

Localizada no Rio de Janeiro e integrante do Ministério da Economia, a Susep está obrigando os empresário do setor de seguros a publicar os seus balanços nos jornais, contrariando a determinação do presidente Jair Bolsonaro. O fato chegou ao conhecimento do Palácio do Planalto ontem à tarde. Vão rolar cabeças. 

Nova revolta contra a Câmara

A vergonhosa atitude que a Câmara dos Deputados adotou na calada da noite da última quarta-feira, revoltou a todos os brasileiros. Para tentar parar a Lava Jato, se votou uma lei que se o juiz prender é punido, mas não diz nada mais. Se o juiz soltar, não é punido. Resta ao presidente Jair Bolsonaro votar ou não uma lei que envergonha a todos os brasileiros. 

Os brindes de Brandão e Trabuco

A delação de Antonio Palocci tem muito a revelar sobre os bastidores de uma das maiores instituições do Brasil, o Banco Bradesco. Segundo senadores e deputados ouvidos por este blog em cafés descontraídos na Câmara e no Senado, durante anos, figuras ilustres da república que visitavam um dos prédios que formam a sede administrativa do banco em Osasco recebiam, ao final da reunião, lembrancinhas de Lázaro Brandão e, de seu sucessor Luiz Trabuco. No período eleitoral, muitos mimos eram entregues em caixas de sapato. Quando o assunto era regulamentações das áreas de seguros e cartões, que são os produtos mais rentáveis para o Bradesco, os presidentes se deslocavam para Brasília e montavam seu quartel-general no hangar da TAM. Por lá, os mimos eram distribuídos em outros formatos. Os brindes de Brandão e Trabuco aos políticos, ministros e líderes partidários renderam grandes frutos. Cielo, Livelo e Alelo são provas incontestáveis disso.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: