Cabide de empregos

Desde que criou o Ministério da Defesa o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso só entregou o cargo a políticos que perdiam eleições. Lula e Dilma seguiram o figurino de FHC só colocando políticos perdedores e com um agravante: petistas. A crise do Rio de Janeiro provocou a saída do então Ministro da Defesa para o Ministério da Segurança Pública, aí o presidente Michel Temer colocou no cargo um general que era vice do então titular. Agora o presidente eleito Jair Bolsonaro coloca um general de 4 estrelas da reserva Fernando Azevedo e com isso dá o cargo a respeitabilidade que ele merece.

Exemplo

O deputado federal Arthur Maia, do DEM da Bahia, surpreendeu seus companheiros na última terçafeira ao subir na tribuna na mara e condenar um movimento de aumento para os parlamentares, Arthur destacou não entender como nesta crise que se abate no país com 13 milhões de desempregados e com imagem do Congresso duramente arranhada, ainda se pensa em aumento. O gesto do parlamentar baiano é um exemplo de que os tempo mudaram, pelo menos para alguns como Arthur Maia.

O declínio do ensino brasileiro

Com o declínio das universidades públicas do Brasil, os headhunters das grandes empresas estrangeiras e brasileiras estão selecionando estudantes nas universidades particulares. Do Brasil só a USP ainda revela quadros de primeiro time; ocorre que os estudantes mais afortunados vão fazer mestrado no exterior e ficam por lá. Hoje até o serviço público federal prioriza os candidatos com doutorado no exterior. Uma vergonha para o ensino público brasileiro.

Neto se atrapalha para o final do ano e o carnaval

O prefeito ACM Neto, que já teve empresas de eventos carnavalescos, foi duramente criticado por Baby do Brasil. A musa dos Novos Baianos fez duras críticas ao prefeito de Salvador que pelo jeito ficou com receio de outra decisão e não aceitou o abaixo assinado de milhares de baianos que não queriam a cantora Daniela Mercury nos festejos de carnaval e final de ano. Aí ele teve um gesto elogiável, manteve Daniela nas festas de fim de ano em Salvador.

Duas jovens brasilienses chegam ao poder

No dia primeiro de janeiro de 2019 Brasília terá uma festa especial para comemorar. Michele Bolsonaro de 36 anos de idade, casada com o presidente Jair Bolsonaro, nasceu na Ceilândia e tem uma filha com o presidente eleito. Mayara Noronha com 30 anos de idade é casada com o governador Ibaneis Rocha, nasceu em um hospital na Asa Sul, mas foi criada em Taguatinga, é advogada e espera o terceiro filho do casal. Brasília, como se vê, vai dominar o planalto com as duas jovens primeiras-damas.

As revelações

O presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro ministro do Canadá, Justin Trudeau, estão se destacando no mundo político internacional pelo talento e pelas posições firmes contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A França e o Canadá estão de mãos dadas em avanços de comportamento e contam com uma importante aliada a primeira ministra da Alemanha, Angela Merkel, a mulher mais poderosa do mundo. Quando em Paris no último final de semana, mais de 75 líderes mundiais relembraram os 100 anos da primeira guerra mundial, os dois jovens líderes e a mulher mais poderosa do mundo foram destaques. É bom lembrar que Macron e Trudeau são apontados também como os dois mandatários mais bonitos do mundo.

Agora é com ela

Hoje, o ex-presidente Lula, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, vai depor diante da juíza Gabriela Hardt. Será a primeira vez que ele vai ficar frente à frente com a substituta do juiz Sérgio Moro. Três empreiteiras, OAS, Odebrecht e Schahin pagaram mais de 1 milhão de reais para as obras no sítio de Atibaia. Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro, da OAS, além da própria Schahin, confirmaram os fatos. Emílio Odebrecht desmentiu e ficou só.

Milhões de brasileiros pedem veto ao aumento do STF

Já atinge quase 3 milhões de assinaturas o memorial que os brasileiros enviaram ao presidente Michel Temer para que ele vete o aumento para o STF e consequentemente para o judiciário como um todo. O fato revela a revolta e o descontentamento da população brasileira com o judiciário que tem sido alvo de críticas e acusações, principalmente nos tribunais superiores onde os corruptos estão sendo presos pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal e é justamente esse Judiciário que solta esta gente. O presidente já está com medo, tanto assim avisa que espera que o judiciário além do auxílio moradia abra mão de outros como auxílio saúde que custa milhões e nós brasileiro que pagamos.

Michel não terá foro especial com novo governo

Boa parte da imprensa de São Paulo começou a especular que ao sair da presidência da república, Michel Temer será nomeado embaixador do Brasil na Itália para permanecer com foro especial e não enfrentar os inúmeros processos da Lava Jato. Ocorre que o presidente eleito Jair Bolsonaro já afirmou que quem estiver envolvido na Lava Jato não participará em hipótese nenhuma do seu governo e ele terá o maior fiscal na figura do seu ministro da justiça e segurança pública Sérgio Moro.

O Rio comanda

Com o presidente eleito Jair Bolsonaro, que reside no Rio de Janeiro, o centro do poder fica da antiga cidade maravilhosa. Foi o colunista Lauro Jardim que antecipou a vinda de Joaquim Levy para presidir o BNDES. Levy, dentre as missões, terá uma das mais importantes, vai revelar o quanto de milhões de reais o BNDES emprestou e financiou obras na Bolívia, Cuba, Equador e países africanos alinhados ao PT. A revelação dos números será uma verdadeira bomba. O Rio de Janeiro continua lindo.

Lição para os professores

A divulgação do índice global de status de professores, que entre 35 países deixa o Brasil em último lugar no ranking sobre prestígio de professores, é cruel para o nosso país. Só 9% dos brasileiros acreditam que os alunos respeitam os docentes e apenas 20% indicaria a carreira aos seus filhos. É uma lição para alguns professores que querem fazer política partidária nas salas de aula e este detalhe fortalece a tese do novo governo de que aluno em sala de aula tem que aprender e não discutir política. É mais uma prova que os métodos do PT não estão agradando no magistério público municipal, estadual e federal.

Convênios pagam mal e faltam psicólogos

A população nunca precisou tanto de psicólogos como nos últimos anos. A crise econômica mexeu muito com a cabeça do brasileiro. E apesar do aumento da procura por esses profissionais, a carreira é pouco valorizada, principalmente pelos convênios médicos, o que dificulta o tratamento. É de assustar o valor que alguns convênios pagam por uma consulta a um psicólogo. Citando alguns exemplos: o Banco Central R$ 70,00 por consulta, os Correios R$ 45,00 e o Bradesco míseros R$ 16,20 reais, e alguns só pagam um mês depois da consulta. Com esses valores, muitos profissionais se recusam a atender por convênio, e os preços das consultas particulares nem todo mundo pode pagar, ainda mais agora, estando desempregado.

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