Gratidão baiana

Não é apenas a solidariedade conterrânea que motiva o lobby de Rui Costa e Jaques Wagner pela manutenção de Augusto Aras no posto de procurador-geral da República no governo de Lula. Há também certa gratidão. Aras aplacou os efeitos da Operação Faroeste sobre peixes grandes do PT baiano. Foram suas as indicações dos titulares da segurança pública para substituir aqueles que foram flagrados pela Faroeste em ações pouco republicanas. Nos lugares entraram gente da confiança de Aras: o excêntrico secretário de segurança pública Ricardo Mandarino, que ficou até o fim do mandato de Rui Costa, e o comandante da Polícia Militar, Paulo Coutinho, que permanece com Jerônimo. 

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