A “Traição da laranja” atiçou a curiosidade de nossos leitores. A nota viralizou na rede. Novos fatos chegaram ao nosso conhecimento para compartilhar neste blog. Uma pertinente questão sobre o caso é como a laranja mantém o caro status de residir na Mansão Wildeberger, cuja manutenção do suntuoso endereço impõe um custo fixo mínimo de cerca de R$ 30 mil mensais. Seria uma bagatela para o casal traído, gente de poder e influência, que tem acesso à senha do erário. A laranja, no entanto, não foi colhida na periferia ou em algum rincão pré-histórico. Talvez esse tenha sido o equívoco da esposa quando confiou na amiga com grau de escolaridade superior. A apropriação com 100 anos de perdão não se restringiu apenas ao apezão de milhões de dólares. A laranja, que não era boba nem nada, também ficou com uma lucrativa rede de franquias no interior da Bahia.