O corregedor nacional da justiça, o ministro Luis Felipe Salomão, deflagrou há três meses uma profunda investigação na 13ª vara federal de Curitiba. Os achados complicam seriamente o juiz Sérgio Moro. Há irregularidades na destinação judicial dos valores de bens apreendidos de investigados e também nos acordos internacionais da Lava Jato. O CNJ avaliou atos de magistrados e a destinação de verbas bilionárias de multas e acordos com investigados. Também levantou paradeiro de bens apreendidos, hoje espalhados em museus e armazéns sem nenhum controle. Tudo tem um alvo: o atual senador Sérgio Moro, que vai perder o mandato e pode, inclusive, ir para a prisão.