A revisão do monopólio estatal no processamento de plasma humano é necessária e urgente

É imperativo permitir a entrada de novos agentes no setor, estimulando uma competição saudável e fomentando inovações a partir de uma indústria mais robusta, mais eficiente e eficaz. Importante destacar que não defendemos a comercialização do sangue nem o pagamento a doadores (*leia aqui*). Nossa defesa é pela autorização para que os bancos de sangue privados e públicos possam vender o plasma excedente para que empresas possam processá-lo, ao invés de descartá-lo, como fazem hoje, inclusive com custos. É muita ingenuidade acreditar que o modelo proposto para a Hemobrás, à base de doações de plasma pelos bancos de sangue, vá se sustentar, fora da lógica capitalista. Não funcionou até agora e não funcionará. Agora, a responsabilidade recai sobre a CCJ, que possui em suas mãos a oportunidade de redirecionar o curso da saúde pública no Brasil, guiando-a por uma trilha de eficiência, inovação e, sobretudo, de respeito e compromisso para com a vida do cidadão.

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