Terrorismo Bancário III

Para evitar a liberação de recursos de contas vinculadas da Gocil e outras empresas do grupo de Cinel, que serão utilizados para pagar os salários de gente simples, como milhares de prestadores de serviços de limpeza e vigilância, grandes bancos brasileiros têm utilizado manobras sujas na imprensa marrom e até mesmo no judiciário para recuperar seus empréstimos abusivos. No país do jeitinho, os grandes bancos têm tentado, a qualquer custo, inviabilizar a recuperação judicial da Gocil e de outras empresas do grupo para vendê-las a preço de banana para clientes mais parceiros e “saudáveis”. Se a lei fosse devidamente respeitada no Brasil, empregados e o fisco, e não os grandes bancos, teriam prioridade de recebimento.

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