Quando se imagina que a indigência cultural da nova geração de políticos baianos chegou ao limite, um inexpressivo jovem vereador sobe à tribuna da Câmara Municipal de Salvador para provar que esse é um buraco sem fundo. Perdeu a oportunidade de cumprir a sua obrigação de expressar a voz do povo naquela Casa cujo fim é esse, para servir de boneco de ventríloquo de interesses menores, nem um pouco republicanos. E, pior, ficou exposto ao ridículo quando leu um discurso encomendado cheio de tentativas de paródias sem graça em cima de canções do consagrado cantor, compositor e membro da Academia Brasileira de Letras, Gilberto Gil, o alvo do desvario inconsequente do edil.