Os nomes dos dois, Domingos e Chiquinho, em momentos diferentes, apareceram nas investigações como possíveis mandantes. Mas “coisas estranhas” aconteceram na investigação e a Polícia Civil carioca errou muito mais do que podia. Houve de tudo, de sumiço de provas a delegados afastados por competência. Inexplicavelmente, as investigações empacavam quando se aproximavam dos três poderes do estado. Por isso, desde o início, até os postes do Rio de Janeiro sabiam que tinha gente graúda envolvida. O caso só andou quando a Polícia Federal, a partir da posse de Flávio Dino no Ministério da Justiça e Segurança Pública, entrou no jogo e passou a, discretamente, vigiar o trabalho de seus colegas cariocas. Elucidar definitivamente o caso foi uma das promessas do ex-ministro ao assumir o cargo.