Recentemente, este blog destacou a preocupante politização do Conselho Federal de Medicina (CFM), e agora, esse cenário tem se confirmado nacionalmente. Ex-presidentes do CFM, como Waldir Paiva Mesquita e Gabriel Oselka, expressaram publicamente suas preocupações sobre a atual direção da entidade e a necessidade urgente de despolitização. Os ex-presidentes alertaram para o perigo representado pelos grupos que defendem posições políticas extremistas de direita, medicamentos ineficazes contra a Covid-19 e se opõem ao aborto em todas as circunstâncias, descrevendo-os como uma ameaça ao código de ética médica. Eles enfatizaram a importância de eleger conselheiros comprometidos com os interesses da sociedade e para a necessidade de priorizar a ciência e a saúde pública nas discussões do CFM.