A versão oficial para a impugnação da candidatura de Sílvio Santos foram irregularidades detectadas pelo TSE no PMB, partido que o acolheu após Aureliano Chaves não ter renunciado para abrir a vaga para ele no PFL. Por trás da impugnação, no entanto, houve uma conspiração política, liderada por Roberto Marinho, que se sentiu ameaçado empresarialmente por um concorrente na presidência da República. Sílvio era o dono do SBT. O então ministro das Comunicações, Antônio Carlos Magalhães, foi quem comunicou ao “Homem do Baú” a inviabilidade de sua candidatura.