A proposta de regulamentação dos cigarros eletrônicos (PL 5008/2023) é um perigoso retrocesso para a saúde pública no Brasil. Embora os defensores da liberação argumentem que a regulamentação traria controle e segurança, a realidade dos fatos mostra o contrário. Estudos e órgãos reguladores, como a Anvisa e o INCA, têm reiterado que não há comprovação de que esses dispositivos sejam menos nocivos que os cigarros convencionais. Pelo contrário, eles representam um risco significativo, especialmente para jovens, ao promover a iniciação ao tabagismo e perpetuar a dependência à nicotina.