A OAB da Bahia e a Roma Antiga II

A grande parte da advocacia baiana relata que já não tolera mais a forma como a OAB vem sendo gerida nos últimos 12 anos (pelo mesmo grupo político), já que não faltam festas e congressos sem importância real para classe, obras no interior, sem licitação, para agradar grupos políticos locais fiéis aos “imperadores da capital”, além da criação de diversas comissões (hoje são mais de 100!), para distribuição de cargos para adesão de militância. Enquanto isso, a profissão fica cada vez mais desvalorizada e precarizada, segundo a oposição, que vem ganhando adeptos de peso e que promete finalmente derrubar os “Césares” e tornar a Ordem novamente uma instituição voltada para a luta pela melhoria da profissão, sem pão e circo!

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