Leitura equivocada 

Enquanto alguns tentam vender a Bahia como exemplo porque quatro cursos de Medicina tiraram nota máxima, a leitura correta é outra: só 4 entre 26 chegaram ao topo — apenas 15% foram realmente bem avaliados. O dado relevante não é o brilho de poucos, mas o tamanho do problema. E ver a Faculdade de Medicina da UFBA perdendo protagonismo e descendo de patamar é, no mínimo, uma lástima.

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