O sul da Bahia já sabe o que é ver uma cadeia estratégica ser destruída. Agora, o cacau brasileiro enfrenta um novo golpe: importação africana em larga escala, sem o mesmo rigor social, ambiental e fitossanitário exigido aqui. Resultado: preço achatado, desestímulo ao produtor e risco sanitário real. Pior: parte desse cacau vem de regiões associadas a trabalho infantil e coerção. Isso não é ESG. É hipocrisia com selo de marketing e conivência do Governo Estadual e Federal.