Preocupados com os desdobramentos e com a repercussão da crise do Credcesta, Master, STF e INSS, Lula, Haddad e Galípolo simplesmente fugiram de Davos este ano. Sem ter o que mostrar, a ausência do governo brasileiro foi notada pelos maiores investidores brasileiros como um forte sinal de fraqueza e vulnerabilidade do atual governo.