Marcação sob suspeita 

A marcação a mercado de ativos ilíquidos virou o negócio da China dos administradores fiduciários no Brasil. Mesmo com as liquidações promovidas pelo Banco Central, a farra da marcação duvidosa continua em centenas de fundos. Muitos destes que eram administrados pela Reag migraram para corretoras de terceira linha, até então desconhecidas da grande mídia. Numa delas, o montante sob administração de fundos exóticos já ultrapassou R$ 50 bilhões. Mais uma bolha no mercado financeiro prestes a estourar.

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