A Faculdade de Medicina da Bahia, que formou nomes como Edgard Santos, José Silveira, Prado Valladares, Zilton Andrade e Roberto Santos, não pode continuar vítima da inépcia da reitoria. Falta prestígio, liderança e capacidade de articulação para preservar um patrimônio nacional. A omissão administrativa compromete a história, a infraestrutura e a excelência acadêmica. A UFBA precisa assumir responsabilidades antes que o dano se torne irreversível.