Escândalo Baiano

Há muito ainda o que se questionar sobre o escandaloso caso da venda da antiga Ebal, conhecida como Cesta do Povo. Dentre os questionamentos, perguntamos: como uma empresa pública que chegou a faturar R$ 80 milhões por mês pôde “quebrar”? Incompetência ou premeditado? Segundo, o governo do estado, após vender a Ebal, quitou todos os débitos (fornecedores, tributos, encargos de demissão passados, etc). Além de vender a Ebal a um preço aviltante, o governo do estado paga todas as dívidas pretéritas. Pergunta: a obrigação por essas dívidas não seria do comprador? Terceiro, toda a cúpula jurídica da antiga Ebal, tanto um advogado interno quanto um escritório de advocacia que prestava serviço (os nomes serão divulgados por este blog), passou a integrar a diretoria da nova Ebal, ou seja, o Credcesta após a venda. Isso é ético? O fio do novelo desse escândalo com o erário baiano está longe de terminar.

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