Monopólio do oxigênio

No Brasil, a White Martins, controlada pela gigante Linde, domina a produção e venda de oxigênio e gases para hospitais. Após o trágico evento em Manaus, onde dezenas de pessoas morreram devido à falta de oxigênio hospitalar, diversos prefeitos e hospitais particulares optaram por produzir seu próprio oxigênio através de pequenas usinas instaladas dentro dos hospitais. Com a solução, a maioria dos hospitais tem conseguido reduzir em até 50% o custo do oxigênio em comparação com os preços praticados pela White Martins. O negócio, tão promissor, já atraiu a atenção de vários parlamentares. Um deles, elaborou inclusive um projeto de lei, em tramitação na Câmara Federal, que incentiva a produção de oxigênio nos próprios hospitais, acabando assim com a dependência do monopólio da White Martins.

Apostando no judiciário

Na Faria Lima, uma das classes mais rentáveis de fundos nos últimos anos é o dos que investem em ativos judiciais. Além da compra de processos trabalhistas, os fundos têm financiado demandas bilionárias de empresas contra o governo e até mesmo disputas corporativas e familiares. Para fechar a conta e garantir os ótimos retornos, os fundos têm comprado parte das brigas com, no mínimo, cinquenta por cento de desconto.

TACA bombando

Com o preço das passagens aéreas nas alturas, muitas famílias têm optado pelo fretamento de aeronaves para se deslocar na temporada de férias de final de ano. Com tanta demanda e pouca oferta de táxis aéreos autorizados a operar pela ANAC, muitos proprietários de aeronaves têm alugado seus equipamentos para amigos e conhecidos. A locação, também conhecida como transporte aéreo clandestino, é considerada irregular e pode render altas multas para os proprietários das aeronaves. Para coibir as irregularidades, a ANAC colocou equipes nos mais movimentados hangares do Brasil. Com tanta aeronave pouco utilizada no Brasil, está passando da hora a ANAC atualizar a legislação para permitir o empréstimo e aluguel de aeronaves sem as penalidades atuais.

Israel já está com sete países em guerra

Os Estados Unidos e Europa estão preocupados com Israel, já que ele enfrenta sete países em guerras declaradas. “Genocídio”, crimes de guerra são conceitos usados contra o estado judeu. Os Estados Unidos já advertiram que o Irã, a Síria, o Líbano e outros países não são o Hamas, eles têm armas atômicas.

Quem for às Olimpíadas de Paris prepare dinheiro

Os melhores hotéis da capital francesa com diárias milionárias já estão reservados para árabes, asiáticos e ricos europeus. Para se ter uma ideia, uma diária num hotel seis estrelas em Paris, o que vale dizer, uma noite, se paga 4 mil euros, ou seja, mais de R$20 mil. Brasileiro que quiser ir, vai ter que ter muito dinheiro desde já e fazer a reserva, se ainda encontrar lugar. As Olimpíadas de Paris serão extraordinárias. Para se ter ideia, pela primeira vez na história elas serão abertas no rio Sena. Um fato histórico e inédito.

A simplicidade de William o colocou na liderança da realeza inglesa

O príncipe William lidera a popularidade no Reino Unido. Bate folgadamente o pai, o rei Charles, e em segundo lugar está sua esposa Kate Middleton. Para se ter uma ideia, ele é o ser vezeiro em jantar ou almoçar sozinho em restaurantes. O cerimonial não permite que os presentes tirem nenhuma foto, mas o fazem de maneira delicada e educada. O príncipe está com mais brilho que o rei. 

Violência em três estados afunda três governadores

Em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, os três estados mais violentos do país, começam a apresentar reflexos para seus governadores. Os três estão mal avaliados. Jerônimo Rodrigues na Bahia, Cláudio Castro do Rio e Tarcísio em São Paulo são pessimamente avaliados. 

Lula só vai apostar no MDB que tiver Ibope

No Pará, Jader Barbalho que tem um filho governador reeleito e o ministro do próprio Lula. Em Alagoas, com Renan Calheiros que tem um filho senador e também no ministério. Em Pernambuco, o PT vai fazer aliança com o atual prefeito, enquanto em São Paulo, Lula quer Guilherme Boulos.

Em São Paulo, Tabata atrapalha Boulos e preocupa Lula

Em São Paulo, até agora o PT apoia Boulos, mas ocorre que a deputada federal Tabata Amaral, do PSB, tem atrapalhado o candidato petista. 

Encosta da discórdia

Natal e fim de ano são períodos de confraternização, reflexão e paz. Não é esse o clima entre os endinheirados do Corredor da Vitória, o metro quadrado com mais milionários de Salvador. A iminente construção de uma nova torre de luxo, debruçada sobre a Baía de Todos os Santos, com píer, teleférico e quejandos, é o motivo da discórdia. O novo empreendimento dos chamados neo-incorporadores – grupo que reúne ex-prefeito de Salvador, marqueteiro de Lula, ex-cartola do Bahia, dono de tevê e a antiga Odebrecht, liderados pelo “flex” João Gualberto – para se viabilizar precisa de uma área verde da encosta da Vitória, já utilizada pelos condôminos do Mansão Wildberger, que pagaram R$ 10 milhões, conforme TAC, pelo direito. O pau está quebrando…

Quiprocó dos endinheirados

Embora seja também um dos condôminos do Mansão Wildberger e poderia ser a ponte para o entendimento e a pacificação do conflito, João Gualberto é execrado pelos vizinhos. Ninguém confia nem simpatiza com o sergipano, cheio de antecedentes de trairagem. A revolta dos barões da Wildberger chegou ao ponto de se cotizarem para participar da concorrência que a prefeitura fará para a venda do terreno da encosta. A área da casa adquirida pelos neo-incorporadores na Travessa Hugo Wilson, na Vitória, não comporta o mega empreendimento de luxo com mais de 50 andares. Não oferece o coeficiente suficiente para a construção de um prédio com mais de 25 andares. A entrada dos condôminos do Wildberger no leilão do terreno da encosta não interessa aos neo-incorporadores. Eleva o valor do lance. A ideia de conseguir na prefeitura, com a influência de um ex-prefeito, a desafetação do terreno da encosta era para pagar o lance mínimo. Não esperavam o quiprocó. Com sua experiência em diplomacia nos negócios, a OR, braço imobiliário da antiga Odebrecht, sócia do empreendimento, entrou no circuito para botar pano quente na refrega.

Entre fraudes e perdões II

Após um duro embate com credores casca-grossa, como o Banco Safra, de várias ameaças veladas de ambos os lados, finalmente a recuperação judicial da Americanas foi aprovada com o aporte, até então pouco provável, da turma da 3G Capital.

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