Logo após no ranking das Lojas Americanas no ranking dos perdões, aparecem os irmãos Batistas, que receberam a suspensão de uma multa de R$ 10,3 bilhões pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal. O “perdão” foi comemorado em grande estilo na fazenda da família com a presença de antigos amigos e inimigos, todos perdoados pelos Batistas, pois o que importa é tocar a bola pra frente e não ficar remoendo o passado.
Pastinha Master
ACM Neto terminou 2023 em primeiro lugar no ranking dos ex-políticos que ganham a vida abrindo convênios de cartões de benefício para bancos no Brasil. Um dos últimos convênios que viabilizou, foi Goiás.
Pastinha Master II
ACM Neto só não convenceu ainda seu sucessor a liberar o convênio para o cartão em sua terra natal. Como santo de casa não faz milagre, algum forasteiro deve fazer o trabalho.
Muro baixo
Comparado com São Paulo e Brasília, os incentivos culturais de banqueiros para figuras ilustres da Bahia são muito baixos. Na Bahia, a ostentação aparece, pois o muro é baixo.
Bancos castigam idoso
Às vésperas do Natal, um idoso de Salvador, que esperava passar a celebração em paz ao lado da família, ganhou um “presente” inesperado e nada agradável: teve o nome sujo pelo Bradesco por conta de dívidas com o Bradescard. Porém, há um detalhe importante nessa história: ele nunca foi cliente do cartão Bradescard. Desde então, o cidadão vem enfrentando diversos transtornos por conta da negativação indevida. O Banco do Brasil, no qual ele possui conta, bloqueou todos os seus cartões e cancelou as linhas de crédito. E, pra piorar, o idoso não consegue resolver o problema, nem com uma, nem com outra instituição. Buscou solução com o Bradesco por telefone, foi à agência 1425-7 (Iguatemi) e nada. Também procurou o Banco do Brasil por meio da agência 1875-9 (Estilo Iguatemi), que não resolveu o problema. Diante do descaso dos dois bancos, o idoso baiano ameaça buscar seus direitos na justiça para voltar a ter sossego.
As milícias no poder
No Rio de Janeiro, onde hoje é difícil distinguir o bem do mal, há uma pergunta que não quer calar. Por que o miliciano Luiz Antônio da Silva Braga, mais conhecido como Zinho, se entregou à Polícia Federal-PF, no último domingo (24/12)? A resposta completa daria um romance político-policial. Foragido desde 2018, o chefe da maior milícia do estado do Rio de Janeiro, tem dinheiro e conexões suficientes para se manter em liberdade. Mas o empoderamento da PF pelo atual governo e o completo alijamento das polícias, militar e civil, em questões complexas como o assassinato da vereadora Marielle Franco e a investigação sobre os tentáculos das milícias no estado, mudou o jogo. O primeiro sinal foi a operação que fez buscas na casa da deputada estadual Lúcia Helena Pinto de Barros, a Lucinha, do PSD. Chamada de “madrinhas” em ligações interceptadas pela PF, teve 15 encontros com Zinho só em 2021. Por ser parlamentar, escapou das grades, mas teve celulares e computadores apreendidos. A operação acendeu o sinal vermelho tanto no “setor político” como no grupo de Zinho, que percebeu que tinha se transformado num arquivo vivo e poderia ter um fim trágico, como outros na mesma condição. Bangu Um, nas atuais circunstâncias, pode ser o lugar mais seguro para ele. Com os recursos e conexões que tem, pode continuar administrando os negócios, com as regalias que o dinheiro pode comprar num presídio.
As milícias no poder II
A rendição do miliciano Zinho foi longamente negociada pela advogada dele, Leonella Vieira, que procurou não a Polícia Federal, mas a Secretaria Estadual de Segurança Pública, em busca de uma intermediação com a PF. Pelo mesmo é assim que a história foi contada. As negociações demoraram mais de uma semana. Como combinado, Zinho se entregou na sede da Polícia Federal-RJ, no fim da tarde de domingo. A PF então, depois das medidas de praxe, entregou o miliciano à Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), que mobilizou imediatamente cerca de 50 policiais para transferi-lo para o Complexo Penitenciário de Gericinó, mais conhecido como Bangu Um. O governador do estado, Cláudio Castro, com as barbas de molho de quem está sendo investigado por corrupção, aproveitou a oportunidade: “Essa é mais que uma vitória das polícias e do plano de segurança, mas da sociedade. A desarticulação desses grupos criminosos com prisões, apreensões e bloqueio financeiro e a detenção desse mafioso provam que estamos no caminho certo”. Numa rede social, na segunda-feira (25/12), o governador postou: “prendemos o inimigo número 1 do Rio de Janeiro, em Ação conjunta da Secretaria de Estado de Segurança Pública e da Superintendência da Polícia Federal”. Duas incorreções, Zinho não foi preso, se entregou. E a participação da Secretaria Estadual de Segurança se limitou a acompanhar a negociação entre a defesa de Zinho e a PF.
Somente os EUA estão ao lado de Israel com restrições
Na Europa, no Oriente Médio e na América Latina todos afirmam que Israel está praticando genocídio e crimes de guerra. Os ataques e as mortes provocados por Benjamin Netanyahu colocam os judeus em situação extremamente delicada. Até o Papa fala em genocídio. É grave e preocupante a situação dos judeus em todo o mundo e suas sinagogas continuam sendo alvo de restrições. Até quando?
Ednaldo Rodrigues não volta jamais para a CBF
É devastadora a matéria que a Veja publica na edição deste final de ano. Com o título “Cartolagem futebol clube”, afirma que “a deposição do presidente da CBF e o futuro incerto ampliam a péssima imagem e anuncia que tem que haver uma renovação”.
O ex-presidente da CBF tem várias acusações
O ex-presidente da CBF, o baiano Ednaldo Rodrigues, tem várias acusações de colocar na entidade mulher, filha, irmão, cunhado e outros afins e, além do mais, tem contra ele a totalidade dos presidentes de federações estaduais. A criação de uma liga nacional cresce para com isso extinguir a CBF, que sempre foi e será um foco de corrupção e desmoralização do futebol brasileiro.
É Guerra!
Na cidade mais importante do país, situação e oposição articulam nos bastidores cenários de guerra nuclear. Enquanto Nunes tem conseguido aglutinar até partidos que apoiam Lula no governo federal, como o poderoso PSD de Gilberto Kassab, Boulos e o PT têm sofrido para convencer Geraldo Alckmin a desistir de sua candidata.
É Guerra! II
Com um dos maiores orçamentos do país e com endividamento baixíssimo, o resultado da eleição na capital paulista definirá os rumos da politics no Brasil. Com um candidato “esquerdinha caviar”, sem grandes obras para mostrar e sem picanha ou Minha Casa, Minha Vida, o Governo de Lula precisa mostrar resultados concretos na capital paulista para evitar uma derrota contra a máquina atual no primeiro turno.