Em um recente desenvolvimento na Faixa de Gaza, 34 brasileiros encontram-se presos em meio a bombardeios implacáveis. Contra as expectativas do Itamaraty e da comunidade internacional, Israel, mais uma vez, não incluiu cidadãos brasileiros na lista de evacuação autorizada pela fronteira com o Egito. Esta omissão, que ocorre pela sexta vez consecutiva, lança sombras sobre as negociações previamente estabelecidas, e levanta questões acerca das verdadeiras intenções de Israel nesta crise humanitária.
Brasileiros são usados como escudo em Gaza
Este atraso na evacuação, atribuído a uma pausa nos procedimentos durante o fim de semana, não apenas contradiz a urgência da situação, mas também desafia a diplomacia brasileira. A persistente exclusão dos brasileiros, em um momento onde cada segundo pode significar a diferença entre vida e morte, exige uma resposta firme e ações concretas do governo brasileiro para assegurar a segurança e o retorno de seus cidadãos. A comunidade internacional observa, enquanto a vida de inocentes permanece em risco, à espera de uma solução que parece cada vez mais distante.
Cabeça de pule
A Globo Play parece que acertou com “Vale o escrito – a guerra do jogo do bicho”. A série documental está fazendo o maior sucesso. Não tem personagem fictício. São os próprios bicheiros e familiares que contam a história e os conflitos do jogo de azar, criado pelo Barão João Batista Viana Drummond para custear o zoológico do Rio de Janeiro que, com a chegada da República, perdeu o subsídio imperial, no final do século passado. A boa intenção de sua origem derivou para a contravenção e criminalidade dos nossos dias, absorvida pelo jeitinho brasileiro.
Homens de bem
A série “Vale o Escrito” tem sete episódios. Não se fala ainda em nova temporada. Mas seria uma boa, pois poderia ir além das famílias dos banqueiros e mostrar como, em todo o Brasil, os contraventores limpam seus sobrenomes na sociedade e tornam-se “homens de bem”. A Bahia é um exemplo, onde descendentes de bicheiros alcançaram lugar de destaque na magistratura.
Árvores destruídas em Salvador
Uma cidade arborizada oferece benefícios de morar pelo conforto térmico, ameniza poluição sonora e visual, estimula exercícios e lazer ao ar livre, permite proliferação de pássaros, dentre outros benefícios. Observa-se em Salvador um total desrespeito a esses benefícios ao observarmos a quantidade de árvores cortadas e mutilação de outras com podas consideradas desnecessárias. Procedimento iniciado no governo João Henrique nos bairros de periferia, proliferou nos governos posteriores, provocando uma constatação: muita madeira cortada. Uma dúvida: qual destino dessa madeira?
TSE julga Bolsonaro
Denunciado e condenado, Bolsonaro, agora pela terceira vez, tem os direitos políticos cassados. Não há maneira de salvação do ex-presidente.
Som do Rio e da Bahia na festa nacional do PT
Mangueira do Rio e Olodum da Bahia vão tocar em Brasília no encerramento da festa que o PT fará nos dias 8 e 9 de dezembro no DF. A festa é para os pré-candidatos às eleições de 2024 e o marqueteiro baiano Sidônio Palmeira fará uma palestra.
O homem que falava javanês
Lima Barreto, um dos grandes de nossa literatura, é o autor do clássico conto “O homem que falava javanês”. É a história de um sujeito desempregado que encontra no anúncio de um jornal a oportunidade de sair do sufoco. Procurava-se um professor de javanês. O desesperado cidadão então corre para a biblioteca pública em busca de um dicionário do idioma da distante ilha de Java, na Oceania. Passa uns dias decorando algumas palavras-chave em javanês e se apresenta ao interessado em alguém que traduzisse a misteriosa carta que herdara. Vale a pena ler o conto, que se fez lembrar por causa do discurso do novo presidente da CNI, que anunciou o “neoindustrialismo”. A nova expressão deixou o pessoal da velha guarda à procura do “homem que falava javanês” para entender o que pode ser isso saindo da boca de alguém que ascendeu ao cargo de liderança à custa do sindicalismo empresarial, sem nenhuma experiência exitosa e exemplar no setor secundário.
Um baiano ou um cearense vai relatar a Lei das Subvenções
A exigência é do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele quer Antonio Brito, da Bahia, ou Mauro Benevides, do Ceará, como relator da Lei das Subvenções. É matéria explosiva.
Israel vai derrotar Biden nos EUA
Donald Trump já lidera as pesquisas para sucessão presidencial na maior nação do mundo. É o custo político que o atual presidente Joe Biden paga pelo apoio incondicional a Israel na guerra contra os pelestinos. Trump já vence em estados onde Biden ganhou a primeira eleição.
A PF abre inquérito para saber quem contribuiu para “vaquinha” de R$17 milhões a Bolsonaro
A procedência dos R$17 milhões que Bolsonaro recebeu de “vaquinha” está sendo apurada pela Polícia Federal. O ex-presidente chora miséria, mas o que ganhou até hoje não explicou.
Camisa rosa de Messi bate recorde nos EUA
A camisa do extraordinário Lionel Messi, de número 10, já não é encontrada em nenhuma loja dos Estados Unidos. Enquanto isso, Neymar volta a se envolver em novo escândalo em São Paulo. É como dizem atualmente no futebol mundial: Neymar jamais chegará aos pés de Messi.