Queda da máscara

A máscara do presidente Lula caiu. Ele até tentou evitar se comprometer, mantendo o silêncio sobre o suspeito resultado da eleição venezuelana. Mas, ao chamar de normal a “aberrante manipulação”, denunciada pela Organização dos Estados Americanos (OEA), minimizando a flagrante fraude eleitoral à falta de publicação das atas, ele deu um tiro pela culatra. Assinou de vez seu atestado de óbito como democrata, que já era duvidoso com tantas defesas feitas a regimes autoritários, como o da Nicarágua, Cuba e Irã.

Cláudio Castro é o sétimo governador indiciado no Rio de Janeiro

Em tempos de Olimpíadas, o Rio de Janeiro bate mais um recorde negativo, de muitos que tem, infelizmente, alcançado. O governador Cláudio Castro é o sétimo ocupante do belo Palácio das Laranjeiras a ser indiciado por “mal-feitos”. Ou seja, corrupção. Luiz Fernando Pezão, Sérgio Cabral, Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho, Moreira Franco e Wilson Witzel. Desses, apenas o último não foi preso. Castro foi indiciado pela Polícia Federal por corrupção passiva e peculato, em uma investigação sobre desvios de recursos de programas governamentais entre 2017 e 2020, quando era vereador e vice-governador. E teria recebido pagamentos suspeitos. O governador, obviamente, nega as acusações, embora as provas coletadas pelos rapazes e moças da PF sejam, para usar uma palavra da moda, robustas. 

Cláudio Castro é o sétimo governador indiciado no Rio de Janeiro II

Acostumado com a camaradagem, os jeitinhos e “vistas grossas” das instituições cariocas, policiais e jurídicas, Castro na sua alucinante trajetória de vereador baixo clero a governador do estado, esqueceu que a ascensão meteórica o expunha à esfera federal, onde o buraco é mais embaixo. Aliás, a PF é o terror dos corruptos cariocas. Deu no que deu. Quem circula nos bastidores das maracutaias cariocas acha que dificilmente Cláudio Castro vai sobreviver a esse indiciamento. O relatório final da PF foi enviado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) no início de julho e está sob sigilo. O relator, ministro Raul Araújo, encaminhou o inquérito à Procuradoria-Geral da República (PGR). O desfecho não deve demorar.

Coleção de derrotas

Em meio à barafunda da Venezuela, o marqueteiro de Lula, o publicitário Sidônio Palmeira, e seu sócio Chico Kertesz anunciaram que vão atuar na campanha eleitoral do deputado federal Zé Neto (PT) a prefeito de Feira de Santana. Pelo fracasso fragoroso que a dupla obteve nas eleições da Argentina, o candidato feirense vai acumular mais uma em sua coleção de derrotas na disputa pela prefeitura da cidade baiana.

A Gestão Desastrosa de Gleisi Hoffmann à Frente do PT – I

Em um dos momentos mais constrangedores do governo Lula, a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, se posicionou de maneira infeliz e desastrosa ao apoiar a reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela, em meio a acusações de fraude eleitoral. Esse movimento não só descredibiliza a liderança do PT, como também coloca o Brasil em uma posição internacional delicada, questionando os princípios democráticos que deveriam nortear a política externa do país. A decisão de Hoffmann representa um ponto baixo na história do PT, evidenciando uma desconexão com a realidade política e social da América Latina. Sob sua presidência, o partido parece cada vez mais distante de suas raízes democráticas e populares, priorizando alianças questionáveis em detrimento de uma postura ética e coerente.

A Gestão Desastrosa de Gleisi Hoffmann à Frente do PT – II

As repercussões dessa decisão já são sentidas no cenário nacional. Com Hoffmann à frente, o PT corre o sério risco de não eleger nenhum prefeito em capitais nas próximas eleições municipais. A liderança fraca e as decisões polêmicas afastam eleitores e minam a credibilidade do partido, que outrora foi uma força dominante na política brasileira. É inegável que Gleisi Hoffmann é a pior presidente do PT de todos os tempos. Sua gestão tem sido marcada por decisões equivocadas, falta de diálogo interno e uma condução que mais parece um desgoverno do que uma liderança eficiente. Se o partido deseja recuperar a confiança do povo e voltar a ter relevância no cenário político, uma mudança urgente na presidência é imprescindível.

A Gestão Desastrosa de Gleisi Hoffmann à Frente do PT – III

Apoiar fraudes eleitorais não é apenas um erro político, é um ataque direto aos princípios democráticos que deveriam ser inegociáveis. O PT precisa urgentemente reavaliar sua liderança e suas alianças, ou correrá o risco de se tornar irrelevante na política brasileira, prejudicando não apenas seu próprio futuro, mas também o futuro de milhões de brasileiros que ainda acreditam em um projeto de país mais justo e igualitário.

A foto do brasileiro que voa

Nos anos 1990 e 2000 os admiradores da Tilibra foram embevecidos com imagens da garotada do surf. Agora, a foto de Gabriel Medina percorre o mundo e foi captada pelo fotógrafo francês Jérôme Brouillet. Uma foto extraordinária.

Conceito vesgo

Acertou na mosca a jornalista Vera Magalhães ao dizer em sua coluna no Estadão que a pregação de Lula pela defesa da democracia só vale para os adversários ideológicos, a exemplo de Jair Bolsonaro e Donald Trump. O conceito vesgo de democracia do atual presidente brasileiro o isola mundialmente. É dele agora a vaga brasileira de pária no cenário político internacional, ocupada anteriormente por Bolsonaro.

Exemplo de Lula

Se já não bastasse a desastrosa nota do PT em apoio à reeleição fraudulenta de Nicolás Maduro na Venezuela, o cinismo tomou conta do secretário de comunicação do partido de Lula. O deputado federal petista Jilmar Tatto saiu com a pérola de que “Maduro siga o exemplo de Lula e amplie o diálogo com setores políticos diversos na Venezuela”. Afirmou ainda que o ditador precisa “unificar o país”. Colocou o PT à disposição para ajudar.

O triste fim melancólico da “rainha” do futebol feminino do Brasil

Eleita por apresentadores de Rio e São Paulo como a rainha do futebol brasileiro, Marta tem um fim melancólico. Desembarcou em Paris acompanhada da mulher com quem é casada nos Estados Unidos. Perdeu a primeira, perdeu a segunda e ainda foi expulsa. Um triste fim, já que ela não soube respeitar o tempo. A idade vence qualquer um.

Janja já escolheu os cinco palanques que vai participar nas eleições municipais.

Porto Alegre, Goiânia, Campo Grande, Aracaju e São Paulo. A Bahia nem pensar. Aliás, a primeira-dama do Brasil deu um show de sabedoria. Foi chamada para assistir aos jogos da seleção feminina de futebol, ela não foi e, com isso, não passou vexame. 

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