A máscara do presidente Lula caiu. Ele até tentou evitar se comprometer, mantendo o silêncio sobre o suspeito resultado da eleição venezuelana. Mas, ao chamar de normal a “aberrante manipulação”, denunciada pela Organização dos Estados Americanos (OEA), minimizando a flagrante fraude eleitoral à falta de publicação das atas, ele deu um tiro pela culatra. Assinou de vez seu atestado de óbito como democrata, que já era duvidoso com tantas defesas feitas a regimes autoritários, como o da Nicarágua, Cuba e Irã.