Novas invasões no extremo sul da Bahia prejudicam o governo do estado

Na volta do recesso parlamentar, a CPMI do MST vai concentrar toda a sua força no MST da Bahia. Ontem, novas invasões foram feitas no extremo sul, principalmente em Jacumã. O fato é grave e é necessário que o governador da Bahia tome providências, já que o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, tem contato com alguns dos integrantes da CPMI, e revelou que medidas estavam sendo adotadas pelo governador da Bahia para evitar um agravamento do problema. Isto não aconteceu. 

Marcelo Odebrecht: campeão da corrupção

Uma nova ação no TRF1, por ocultação de bens oriundos da corrupção, atinge aquele que foi o cérebro do crescimento da antiga Odebrecht. Muitos milhões de reais envolvem este processo.

Filha de peixe peixinho é

Enviada especial do clima e da saúde da OMS, a médica americana Vanessa Kerry, filha do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos em 2004, chega ao Brasil advertindo que Lula “precisa agir”. Ela entende que o Brasil pode liderar o combate ambiental em todo o mundo. 

Lula, cabo eleitoral de Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro tem dito que Lula é o seu maior cabo eleitoral. Ele acha que o atual presidente comete o mesmo erro dele, quando estava no comando do país. Colocou Lula como alvo principal e hoje tem certeza que foi quem reelegeu o atual presidente. Amigos de Lula têm pedido a ele para esquecer que Bolsonaro existe. Ele finge, não fala no nome, mas fala na figura. Felizmente o eleitorado tem repudiado tanto um quanto outro.

Campeã absoluta da violência I

Com uma população de 14,1 milhões de habitantes, o equivalente a 6,96% da população do país, o estado da Bahia respondeu por 12,7% dos homicídios dolosos cometidos em território nacional em 2022, conforme o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2023. O número absoluto de homicídios dolosos na Bahia – 5.044 no ano passado – é superior em 65,6% aos 3.044 registrados no estado de São Paulo, que com 44,42 milhões de habitantes tem uma população três vezes maior do que a da Bahia.

Campeã absoluta da violência II

Se comparada com o Rio de Janeiro, tido no imaginário nacional como o estado mais violento do país, a situação da Bahia não melhora. O número absoluto de homicídios dolosos ocorridos na Bahia no ano passado foi 65% mais alto do que as 3.059 mortes no Rio de Janeiro, que tem população de 16 milhões de habitantes, 15% maior do que a da Bahia.

A musa que Moro destruiu

Gabriela Hardt virou alvo de processo disciplinar no Conselho Nacional de Justiça sob suspeita de não ter tomado providências em relação às causas contra o ex-juiz Sérgio Moro. Uma pena, pois ela chegou a ocupar as manchetes no passado e agora está sendo queimada pelo seu próprio criador.

Eduardo Girão: o bozó e o Rolando Lero do Senado Federal

Conhecido no Congresso Nacional como bozó ou Rolando Lero, o senador do Novo, Eduardo Girão, foi e levou alguns amigos para Nova York a fim de entregar uma denúncia sobre os presos políticos dos atos golpista de 8 de janeiro. Ocorre que a sede dos Direitos Humanos é em Genebra, na Suíça, é lá que fica o comitê. Girão deu com a cara na parede e teve que voltar ao Brasil com um novo problema: os comitês de Direitos Humanos todos repudiam os atos de 8 de janeiro no Brasil e colocam o ex-presidente Bolsonaro como réu. Felizmente Girão só levou dois senadores e um deputado federal. Resta saber quem pagou as passagens e hospedagens. 

Saia-justa desfeita

A desistência de Vladimir Putin em participar da próxima cúpula dos Brics, a ter lugar em Sandton, um subúrbio rico de Joanesburgo, na África do Sul, livra o presidente daquele país, Cyril Ramaphosa, de uma tremenda saia-justa. A África do Sul é signatária do Estatuto de Roma e, como tal, estaria obrigada a prender Putin e entregá-lo ao Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia, nos Países Baixos, pois pesa sobre ele um mandado internacional de captura por alegados crimes na Ucrânia. Se o encontro dos Brics tivesse sido marcado para acontecer no Brasil, que também faz parte do TPI, sempre haveria, no entanto, a possibilidade de Putin aparecer por aqui com um ar relaxado e tudo acabar numa roda de cerveja e samba. Certamente a justiça brasileira encontraria uma solução criativa para o presidente Lula receber em casa o presidente russo e despachá-lo de volta ao Kremlin sem qualquer sinal de constrangimento.

Todos para a China

É muito pouco comum, até mesmo para os padrões da diplomacia dos Estados Unidos, que numa mesma semana dois ex-secretários de Estado visitassem a China, depois de meses de confrontos verbais entre os dois países. John Kerry, enviado especial do clima de Joe Biden e chefe do Departamento de Estado no segundo governo de Barack Obama, manteve conversações oficiais em Pequim para deslanchar um programa de cooperação entre os dois maiores poluidores do mundo. Já Henry Kissinger, ex-secretário de Estado na administração Richard Nixon e 100 anos completados no final de maio, iniciou na terça-feira uma visita surpresa à China, 52 anos após a sua primeira viagem ao país, em 1971, aquela que deu o pontapé de partida para a aproximação entre as duas potências. Kissinger foi recebido pelo presidente chinês, Xi Jinping. A nostálgica viagem do Dr. Kissinger, como definiu a imprensa americana, chegou mesmo a ofuscar o recente deslocamento a Pequim do atual secretário de Estado, Antony Blinken. “A política americana em relação à China precisa de uma sabedoria diplomática ao estilo de Kissinger e de uma coragem política ao estilo de Nixon”, resumiu Wang Yi, o principal diplomata chinês.

Chá de sumiço

Justamente num momento em que a relação da China com os Estados Unidos atravessa um período crítico, o ministro do Exterior, Qin Gang, deixou de ser visto em público há mais de três semanas, o que tem suscitado as mais diversas especulações. O curioso é que Qin Gang, de 57 anos, é próximo do líder Xi Jinping, além de ter servido como embaixador em Washington. Em sua recente viagem a Pequim, o secretário de Estado, Antony Blinken, recebeu a informação oficial de que o seu homólogo chinês estava doente. Em regimes fechados como o da China nunca se sabe ao certo quando um nome da nomenklatura cai em desgraça nem as razões que poderão o ter levado ao ostracismo.

Ovelha negra da família Kennedy

O sobrinho de John e filho de Bob, ambos assassinados, Robert Kennedy Jr. aos 69 anos, tem provocado reações negativas à sua candidatura à presidência do maior país do mundo pelos democratas. Ele é contra as vacinas, principalmente a Covid, dizendo que foram concebidas para proteger menos pretos e brancos e sim judeus e chineses. É contra qualquer vacina, mas felizmente a chance dele chegar à presidência dos Estados Unidos é nenhuma. 

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