Caos no Hospital Aliança da Bahia

Desde que foi comprado pela Rede D’Or, o Hospital Aliança deixou de ser referência em atendimento na Bahia. O desespero de pacientes e familiares internados foi grande, este final de semana, familiares nas portas dos apartamentos chamavam os enfermeiros que não davam conta de atender, medicamentos dos pacientes atrasados, falta de estrutura básica, até de toalhas nos banheiros e cobertores. Uma paciente chegou a usar o lençol do acompanhante para se enxugar, porque ficou mais de 40 minutos esperando por uma toalha, que deveria estar no banheiro à disposição. Nem os próprios enfermeiros dos andares conseguiam falar com a rouparia, o telefone não atendia. Um paciente internado no final da tarde, só recebeu o jantar depois das 21 horas, sem ter conversado com a nutricionista, que estava ocupada na emergência. Para completar, acompanhante não tem mais direito a refeição, tem que pagar. Era claro o desconforto dos poucos enfermeiros e atendentes que não tinham o que fazer, e tentavam controlar o caos com gentileza e medindo as palavras, já que não tinham como justificar o descaso e a bagunça que se transformou o Hospital Aliança, que era referência quando pertencia à Companhia Aliança da Bahia.

Chega pra lá

No jantar de gala do Person of the Year 2024 em Nova York na última quarta-feira, um dos episódios mais pitorescos foi a solicitação de última hora dos sócios do BTG. Com o pedido, o acesso às mesas pelos convidados demorou mais do que esperado.

Chega pra lá II

Segundo um sócio de uma grande corretora, que fazia parte do “inner circle” do evento, os sócios do BTG pediram para que a mesa de outro banco, que é seu vizinho na Faria Lima, e que originalmente estava ao lado da do BTG, fosse colocada em outro lugar ou que fosse trocada. Recentemente, BTG e seu vizinho de torre perderam centenas de milhões em um “negócio da China”.

Primeira-dama do Master brilha em Nova York

Flávia Lima, ex-Flávia Arruda, ex-deputada federal de Brasília, ex-ministra da Secretaria de Governo do governo Bolsonaro, estreou esta semana num evento do banco Master do seu marido, o baiano Augusto Lima, e o fez com destaque: doou R$ 5 milhões para as vítimas do desastre do Rio Grande do Sul. O curioso é que o evento foi promovido pelo banco do seu marido e ela é hoje uma das mulheres mais ricas da Bahia. Em tempo: é Head de Sustentabilidade do banco que preside. É competente.

Maia em alta

O ex-presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, acaba de assumir a presidência da Confederação Nacional das Instituições Financeiras. Ingressa na iniciativa privada pela porta da frente.

Heranças bilionárias disputadas na Bahia e em Alagoas chamam a atenção de Brasília

Os herdeiros de Norberto Odebrecht, na Bahia, e João Lyra, em Alagoas, já chamam a atenção do Judiciário em Brasília, já que vai para a capital da República a luta dos herdeiros pelas heranças. Na disputa da Odebrecht há um nome de destaque nacional: Marcelo Odebrecht. Na disputa de Alagoas há outro nome também: Thereza Collor, musa do impeachment de Fernando Collor, seu ex-cunhado. Hoje, por sinal, ela está casada com um judeu milionário em São Paulo, mas não abre mão de ser uma das herdeiras da fortuna que seu pai deixou. 

Mônica Moura e João Santana querem reaver mais de R$ 100 milhões

Ele é um dos maiores talentos como marqueteiro político. Já colocou vários retratos de presidentes no Palácio do Planalto, Lula e Dilma, e também no exterior. Ela, sua mulher, Mônica Moura, é sua companheira em tudo. Na Lava Jato entregaram à justiça do Brasil, o que vale dizer, à União, US$ 21 milhões que tinham colocado num banco suíço. Agora querem reaver. Foram presos, mas agora vivem em Interlagos, na Bahia. 

Inimigo íntimo I

A ascensão nacional do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil) desperta ciúmes entre correligionários baianos. Principalmente naquele que, sem mandato, vê a sua liderança estadual ameaçada. O DNA da família Magalhães o impede de digerir o progresso político de Elmar. A exemplo do avô, o Toninho Malvadeza, ACM Neto, o “Grampinho” como lhe chama Lula, quer sempre os aliados aos seus pés. Ninguém pode ter luz própria.

Inimigo íntimo II

Para dificultar a possível eleição de Elmar Nascimento à presidência da Câmara Federal, o ex-prefeito de Salvador já desembainhou seus métodos insidiosos. Determinou que se punisse com a perda de recursos do fundo partidário os deputados estaduais da legenda que votassem a favor de um empréstimo ao governo do PT na Bahia. A inusitada medida atinge diretamente parlamentares ligados a Elmar, que os teria orientado a proceder dessa forma como um gesto aos petistas que ainda resistem ao seu nome para presidente da Câmara Federal.

Lula, o “lostre”

Há alguns anos, o jovem líder político ouviu de um popular no interior da Bahia que Lula era um “lostre”. Ele perguntou o que significa, ouviu como resposta o seguinte: ele fala o que o povo entende e o que o povo quer. Ontem, no Rio Grande do Sul, Lula revelou esse seu lado. Os gaúchos, pais, mães, filhos e filhas, todos abraçavam ele e ele os beijava. O pernambucano não é graça.

Lira diz a Lula que ele tem o poder de veto na sucessão na Câmara dos Deputados

Já houve encontro do presidente da República com o atual presidente da Câmara. Arthur Lira disse a Lula que ele terá o poder de veto na sucessão da Câmara. Era tudo que o presidente queria ouvir.

Julgamento do presidente da CBF no STF continua parado

O decano do STF, ministro Gilmar Mendes, que tem muita força na Suprema Corte, conseguiu a liminar que concedeu a volta do presidente da CBF. O curioso é que já foram marcados vários julgamentos e nenhum deles foi realizado ainda. 

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